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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Cientistas geram energia com tomates que iriam para o lixo


Oregon State University
Uma equipe de cientistas está explorando uma fonte, no mínimo, incomum de eletricidade: tomates danificados que são considerados impróprios para venda no supermercado.
O projeto piloto envolve uma célula a base de combustível biológico que utiliza resíduos de tomate que sobraram das colheitas na Flórida, nos Estados Unidos.
Todos os anos, o estado americano joga no lixo nada menos do que 400.000 toneladas de uma mistura de tomates danificados ou comidos por pragas e de sementes descartadas na produção de molhos.
Todo esse rejeito é transferido para aterros sanitários, liberando metano, um gás de efeito estufa perigoso. Atento ao problema, um grupo de pesquisadores da Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul desenvolveu uma célula de combustível microbial especial para transformar os resíduos em eletricidade.
Graças à ação oxidante das bactérias aeróbicas, é possível processar os resíduos de tomate e gerar uma corrente elétrica. O pigmento de licopeno no tomate, segundo os pesquisadores, é um excelente mediador para incentivar a geração de cargas elétricas. O processo também neutraliza os resíduos, impedindo que eles emitam gases de efeito estufa, vilões do aquecimento global.
Pelos cálculos dos pesquisadores, as tais 400.000 toneladas de resíduos de tomate desperdiçados na Flórida poderiam gerar energia suficiente para abastecer a Disney World por 90 dias. 
Neste momento de testes em pequena escala, porém, os resultados são bem mais módicos - cerca 0,3 watts de eletricidade por 10 miligramas de produto.
A ideia é aperfeiçoar o processo para aumentar a escala. Os pesquisadores apresentaram seus trabalhos neste mês em um encontro da American Chemical Society (ACS), a maior sociedade científica do mundo.

Disponível em: <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/cientistas-geram-energia-tomates-iriam-lixo-942880.shtml>
Acesso em  30 de Novembro de 2016

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Economia Verde.

Lâmpada usa fotossíntese das algas para produzir energia


Equipamento poderá absorver uma tonelada de carbono em apenas um ano



Invenção de pesquisador francês poderão ser usadas em garagens e espaços públicos.


Sustentabilidade é um tema bastante discutido nos dias de hoje em todo o mundo. Mais e mais escutamos falar de meio ambiente e dos impactos negativos causados pelo homem, e pensar em soluções sustentáveis é uma alternativa para diminuir ou até mesmo acabar com esse grave problema que assola o planeta.


Buscando uma saída para economizar e minimizar os riscos ambientais causados pela utilização das lâmpadas convencionais, o bioquímico francês Pierre Calleja desenvolveu, após muitos estudos junto à sua equipe na FermentAlg, uma lâmpada movida a algas, que além de despoluir os ambientes, pode produzir luminosidade.A lâmpada eco-friendly poderá ser usada em espaços públicos ou garagens e será independente das redes elétricas, sem limitar sua ampla eficiência. Ela ainda é capaz de colaborar com os cortes nos gastos com eletricidade e na redução dos níveis de poluição.
Ela vai funcionar através do aproveitamento da fotossíntese das algas verdes incandescentes, que irão atrair o CO2 do ar para gerar oxigênio e amido armazenados na bateria. Assim, quando forem transportadas para áreas de pouca luz, poderão iluminar sem a necessidade de qualquer fonte de alimentação externa.
A grande vantagem é que uma única lâmpada tem a capacidade de absorver uma tonelada de carbono do ar em apenas um ano, sendo a mesma quantidade capturada por 150 ou 200 árvores. Sendo assim, essa lâmpada, se entrar em produção, poderá ser uma das saídas no combate ao aquecimento global, melhorando a vida da população de todo o mundo.


Disponível em:< http://www.pensamentoverde.com.br/economia-verde/lampada-usa-fotossintese-das-algas-para-produzir-energia/>
Acesso em 29 de Novembro de 2016


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Reciclagem de Latinhas

Brasil recicla quase 100% das suas latinhas de alumínio


O país reciclou 232,5 mil toneladas de latinhas em 2015, um número bastante significativo


Coleta de latinhas de alumínio injetou na economia brasileira cerca de R$ 730 milhões.


O Brasil conta com um amplo programa de coleta seletiva desenvolvido para melhorar o processo de reciclagem e conscientizar as pessoas sobre o reaproveitamento de alguns materiais. E graças a esse serviço, o país chegou a mais uma conquista. Segundo estudo feito pela Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas), o reaproveitamento de latinhas de alumínio chegou a 97,9%.


Esses números que foram divulgados na última semana, mostraram também que o Brasil reciclou 292,5 mil toneladas de latas de alumínio para bebida, se aproximando da totalidade de embalagens colocadas à venda no ano passado. Além disso, esse avanço representa uma economia de energia de quase 20% alcançado no horário de verão em todo o país.

O Brasil está há 14 anos no ranking dos líderes mundiais em reciclagem de alumínio, e para o presidente executivo da Abralatas, Renault Castro, esses dados são muito significativos, sendo a confirmação do êxito conseguido com o modelo de reciclagem adotado pela embalagem. Ele ainda ressaltou: “O segredo é a existência de demanda pelo material e de uma rede de coleta viabilizada pelo valor da lata, mas que também permite o aumento da reciclagem de outros materiais.”

O coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da Abal, Mario Fernandez, disse que apenas a coleta de latinhas injetou na economia brasileira aproximadamente R$ 730 milhões, equivalendo a quase um milhão de salários mínimos por ano, o que deixa clara a importância desse processo para a geração de empregos e renda aos catadores de materiais recicláveis.

Outro grande benefício ambiental conseguido pela reciclagem desse tipo de material é que ele diminui em 95% as emissões de gases de efeito estufa, já que hoje essa é uma das grandes preocupações no mundo todo.

Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/reciclagem/brasil-recicla-quase-100-das-suas-latinhas-de-aluminio/>
Acesso em 28 de Novembro de 2016

domingo, 27 de novembro de 2016

Coloração 100% vegetal.

Coloração 100% vegetal chega ao Brasil


Além de ajudar na saúde dos cabelos, produto natural colabora com o meio ambiente



Produto feito com produtos naturais é indicado para todos os tipos de cabelos.




Qual mulher não ama cuidar de sua aparência estética, para garantir um visual bonito e jovial? Mas para alcançar esse objetivo muitas empresas utilizam produtos químicos pesados que prejudicam não só o meio ambiente, como também a saúde da pele e cabelos das mulheres.
Entretanto, esse cenário está mudando aos poucos com o surgimento de produtos ecologicamente corretos e feitos com ingredientes naturais. É o caso da coloração 100% vegetal desenvolvida ao longo de cinco anos de pesquisa pela cosmetóloga e fundadora do Laces and Hair, Cris Dios, e vários laboratórios franceses.
Batizada de LCS, a coloração promete tingir os cabelos preservando e regenerando sem agredir os fios e ainda mantê-los nutridos. Para isso, eles utilizaram ingredientes vindos diretamente da Índia, junto com novas tecnologias para então chegar ao produto final. Segundo a criadora do produto, o principal desafio foi transformar as moléculas desses pigmentos em tamanhos menores do que elas são encontradas, para que, assim, a cor pudesse penetrar na fibra capilar.


Benefícios do produto natural

A coloração é a primeira 100% natural a chegar no Brasil. Indicada para todos os tipos de cabelos, é feita através de uma mistura de corantes extraídos de 10 ervas, além de possuir em sua composição vitaminas A, E e ácidos graxos. Com certeza o produto chegou para mudar a vida de muitas mulheres, já que é ideal para cobrir os indesejados fios brancos de uma forma nutritiva.

Entre os principais benefícios do produto para a desenvolvedora da coloração está o fato de que ele não modifica a estrutura do cabelo e preserva a melanina; respeita a queratina do cabelo e auxilia no fortalecimento; possui pH equilibrado; não desbota quando exposto ao sol e lavagem; pode ser usado por gestantes, lactantes e pessoas alérgicas aos produtos químicos; brilho e maciez com resultado de cor durável; equilíbrio da porosidade, fortalecimento da estrutura e vitalidade dos fios.

Testada e aprovada

A jornalista Angélica Banhara, da Folha de S. Paulo, testou a nova tintura e ficou impressionada com o brilho do seu cabelo. “Ele estava mais avermelhado, muito macio e brilhante, com cara de saúde. E nem um sinal de branquinhos”, comentou em sua coluna. Ela ainda foi avisada para não lavar o cabelo por 48 horas, para que o oxigênio ajudasse a evidenciar naturalmente a cor durante esse período, o que acentuou ainda mais a coloração.

Além de todos esses benefícios, a coloração colabora com o meio ambiente, pois é um produto biodegradável e sem química.
A aplicação no salão dura em média 30 minutos e custa no Laces and Hair a partir de R$ 394. Quem tiver interesse vai ainda poder escolher entre 10 tons diferentes, entre eles: preto, castanho, castanho médio, castanho claro, loiro escuro acobreado, loiro médio dourado, loiro médio cobre avermelhado, loiro claríssimo, loiro dourado e vermelho intenso.


Disponível em:<http://www.pensamentoverde.com.br/produtos/coloracao-100-vegetal-chega-ao-brasil/> 
Acesso em 27 de Novembro de 2016

sábado, 26 de novembro de 2016

Tecnologia Nissan

Nissan cria o primeiro escritório móvel elétrico do mundo


O veículo é uma solução inteligente, que além de colaborar com o meio ambiente, é prático e muito confiável


Van elétrica pode ser carregada em apenas 30 minutos.


Com a evolução da internet, o mercado de trabalho atual deu lugar aos nômades digitais, que são aqueles profissionais que têm a liberdade de trabalhar de qualquer lugar sem precisar seguir uma rotina dentro de um escritório. Com toda essa liberdade, os viciados em viagem podem continuar conhecendo novos lugares e ainda realizar suas tarefas diárias sem nenhum problema.

Pensando em facilitar ainda mais a vida desses profissionais, a Nissan desenvolveu junto com o Studio Hardie, no Reino Unido, o primeiro escritório móvel elétrico e sustentável do mundo, o e-NV200 WorkSpace.
A van elétrica que pode ser carregada de forma fácil e rápida em apenas 30 minutos, possui todo o conforto de um escritório convencional sobre duas rodas e ainda conta com mesa dobrável, computador touch-screen, internet sem fio, áudio Bluetooth, luzes de LED controladas por smartphones e uma minigeladeira.
Para economizar espaço, eles decidiram esconder alguns elementos que só aparecem quando forem utilizados, como a máquina de café, que fica em um compartimento oculto sobre o balcão, e uma bicicleta dobrável, que fica na porta traseira. Para que o ambiente fique iluminado, arejado e mais espaçoso, o e-NV200 possui um vidro panorâmico e uma plataforma para expandir o veículo.




O diretor de Veículo Elétrico da Nissan na Europa, Gareth Dunsmore, ressaltou em entrevista ao site da montadora: “A Nissan e-NV200 já é uma solução inteligente, sustentável de transporte para as empresas com visão de futuro, tornando-se o veículo ideal para ser usado como base para um local de trabalho móvel. O espaço de trabalho e-NV200 WORKSPACe leva a simplicidade da nossa van 100% elétrica a mais um passo e, contando com a expertise em design do Studio Hardie – conhecido pela sua abordagem ecocriativa –, o e-NV200 foi reinventado como um ambiente de trabalho inovador de zero emissão.”O modelo oferece uma solução incrível de espaço que possibilita que os profissionais trabalhem sem custo em algumas cidades que disponibilizam recarga gratuita ou para aqueles que pretendem sair da cidade e ir para o campo ou litoral.A van faz parte da popular linha de emissão zero da Nissan, unindo dois premiados veículos, o Nissan LEAF e o NV200 e é a opção ideal de transporte para grandes e pequenas empresas, por colaborar com o meio ambiente e ainda ser prática, confiável e possuir custo baixo.


e-NV200 WorkSpace


Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/mobilidade-urbana/nissan-cria-o-primeiro-escritorio-movel-eletrico-mundo/>

Acesso em 26 de Novembro de 2016
 
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