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sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Fazenda orgânica no mar

Projeto arquitetônico desenvolve fazenda orgânica em alto mar



Fazendas flutuantes poderão produzir diversos alimentos frescos e orgânicos, como frutas, legumes, verduras, ervas e peixes.




As fazendas flutuantes serão totalmente sustentáveis e terão 209 mil metros quadrados.


Em 2015 foi divulgado um relatório pela Organização das Nações Unidas informando que hoje a população mundial é de 7,3 milhões, mas que em 2030 ela pode chegar a 8,5 milhões.

Essa projeção preocupou a empresa Forward Thinking Architecture em relação à produção de alimentos para o futuro. Caso a população chegue a esse número a demanda iria aumentar em até 50%. Foi então que o escritório desenvolveu o Smart Floating Farms (Fazendas Flutuantes Inteligentes), uma ideia inovadora que poderá ser a solução desse problema.
O projeto arquitetônico tem o intuito de criar fazendas flutuantes com 209 mil metros quadrados, que serão utilizadas para o plantio em alto mar ou em áreas alagadas próximas aos centros urbanos. No espaço seriam cultivados alimentos como frutas, legumes, verduras, ervas e peixes.



Sustentabilidade do começo ao fim do processo


Todo a construção será sustentável, usando energia solar para o seu abastecimento e duas técnicas para o cultivo dos alimentos: sistema hidropônico (cultivo de plantas sem solo) e aquicultura (cultivo e reprodução de peixes, algas, crustáceos ou moluscos).

Foi pensando também na falta de espaço dos grandes centros urbanos que eles decidiram criar essas fazendas em alto mar ou em locais alagados. A construção é dividida em três andares: no primeiro ficarão os pontos de água, englobando as piscinas para a aquicultura, armazenamento, usina de dessalinização e central de embalagens. No segundo andar estarão as estufas hidropônicas, o sistema de irrigação e a central de controle do microclima. E no terceiro e último andar vai estar a usina fotovoltaica, transformando toda a energia renovável captada em eletricidade.
A estrutura vai contar com diversas soluções sustentáveis para diminuir os impactos ambientais, como aberturas para a entrada de luz natural e um sistema de captação de água de chuva, além da utilização de energia eólica, reutilização de resíduos orgânicos para a produção de biomassa, redução do uso de combustíveis fosseis e eliminação da logística de importação de exportação de alimentos.


Fazenda vai disseminar a cultura da alimentação orgânica

Com muitos pontos positivos a fazenda flutuante vai aumentar de forma significativa a produção de alimentos orgânicos em um espaço bem maior que o usado no cultivo tradicional e ainda vai contar com a instalação de um sistema tecnológico de monitoramento e plantio, o que possibilita a automatização da maioria dos processos de preparo do plantio e da colheita.

Todos as fazendas serão capazes de produzir por ano cerca de 8.152 toneladas de vegetais e 1.703 toneladas de peixes de acordo com o projeto. Assim, cidades inteiras poderão contar com alimentos frescos e orgânicos.

Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/sustentabilidade/projeto-arquitetonico-desenvolve-fazenda-organica-em-alto-mar/>
Acesso em 11 de Novembro de 2016



segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Vaso sanitário sustentável


Empresa brasileira cria vaso sanitário que utiliza apenas 2 litros de água por descarga


O produto é feito à base do polímero ABS, é mais resistente que os convencionais e tem como diferencial a ausência de sifão, o que gera a economia de água


Cada dia mais presente no dia a dia das pessoas, o conceito de sustentabilidade vem ganhando força no mundo empresarial. Identificando o atual momento de conscientização da sociedade, empresas investem cada vez mais em linhas de produtos ecologicamente corretos, no intuito de chamar a atenção dos consumidores.Exemplo do atual momento, a Acquamatic do Brasil criou o Projeto C.U.R.A (Consumo e Uso Racional da Água). A ideia é oferecer produtos com dispositivos que evitam o desperdício exagerado de água. Entre eles está um vaso sanitário que utiliza apenas 2 litros de água por descarga, ao contrário dos convencionais que gastam de 6 a 10 litros.
Feito à base do polímero ABS, um material mais leve e resistente do que a louça, o vaso suporta o peso de até 1,5 tonelada e agride menos a natureza durante sua produção e descarte. O segredo para a economia de água está na ausência do sifão. Assim, um basculante despeja os dejetos diretamente no esgoto.Outro diferencial do modelo é a utilização de apenas 200 ml de água para evitar o mau cheiro, enquanto que os vasos tradicionais usam um litro. Por conta de sua eficiência, o produto da Acquamatic recebeu o selo hídrico, grande recompensa para a empresa após o investimento de 500 mil reais para a concepção do vaso sanitário.A Acquamatic do Brasil foi criada em 1994 por Leonardo Lopes, que deixou seu emprego na área contábil após ler um artigo do ex-governador de São Paulo, Franco Montoro, sobre a importância da água. Assim, o fundador da empresa se viu desafiado a criar produtos ecologicamente corretos e contribuir com a economia dos recursos naturais.
Vaso sanitário econômico.             Leonardo Lopes e seu produto.
Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/produtos/empresa-brasileira-cria-vaso-sanitario-que-utiliza-apenas-2-litros-de-agua-por-descarga/>Acesso em 10 de outubro de 2016.

domingo, 9 de outubro de 2016

Combustível Ecológico: AUDI


Audi cria combustível ecológico usando apenas água e ar

O combustível sintético tem uma eficiência 20% maior que a gasolina e 45% maior que o diesel comum

O combustível possui eficiência energética de 70%, quase o dobro do diesel convencional.

Diferente do diesel comum, o chamado “e-diesel” não contém enxofre ou outros poluentes. Ele é feito a partir de água, dióxido de carbono e fontes renováveis de energia e possui um desempenho energético próximo a 70%. O combustível foi criado pela startup alemã Sunfire, parceira da Audi na criação de tecnologias limpas para os carros da marca, em uma fábrica em Dresden.Para funcionar é necessário aquecer uma quantidade de água a até 800 ºC. Esse aquecimento gera um processo de eletrólise (em que a energia elétrica é convertida em energia química). A eletrólise separa o hidrogênio do oxigênio. É esse hidrogênio que irá reagir com o CO2 em reatores criados especificamente para a síntese de produtos químicos.O produto da reação é um líquido conhecido como “azul cru”. O processo para gerar o combustível também é ecologicamente correto já que a eletricidade para aquecer a água é gerada por turbinas eólicas e o CO2 vem direto do ambiente, ou seja, além de tudo, o processo retira esse gás causador do efeito estufa da natureza.Esse combustível pode ser misturado com o diesel convencional ou ser utilizado e sua forma pura. Embora a Sunfire estime que o preço dele seja um pouco mais caro que o diesel comum na Europa (entre 1 e 1,5 euro por litro – 4,7 reais), ainda assim compensador, pois tem uma eficiência 20% maior que a gasolina e 45% maior que o diesel comum.
Assista ao vídeo da produção do combustível:
Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/produtos/audi-cria-combustivel-ecologico-usando-apenas-agua-e-ar/>
Acesso em 09 de outubro de 2016.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Reposição de Água




Coca-Cola é 1ª da lista “Fortune” a repor toda a água usada


1 DE SETEMBRO DE 2016 / CASA DA SUSTENTABILIDADE

coca cola água sustentabilidade
Coca-Cola: o relatório foi divulgado em Estocolmo por ocasião da Semana Mundial da Água (Imagem: Remy Gabalda, AFP/reprodução)
A fabricante de bebidas Coca-Cola é a primeira das 500 maiores companhias da lista “Fortune” em repor toda a água utilizada em seu volume global de vendas, informou a multinacional americana nesta segunda-feira.A empresa devolveu à natureza e às comunidades 191,9 bilhões de litros de água através de diferentes projetos, o que equivale a 115% da água usada pela marca na produção de suas bebidas, segundo resultados validados pela auditora Deloitte e pela ONG The Nature Conservancy. A revista “Fortune” lista as 500 maiores corporações do mundo, conforme sua receita. A classificação é publicada anualmente.A Coca-Cola ressaltou que alcançar esse objetivo, que estava previsto para 2020, foi possível graças a 248 projetos hídricos em comunidades de 71 países focados ao acesso à água potável, a proteção de bacias hidrográficas e a utilização de água para uso produtivo. A multinacional garantiu ter melhorado também a eficiência no uso de água em 2,5% entre 2014 e 2015.O relatório foi divulgado em Estocolmo por ocasião da Semana Mundial da Água, evento realizado na capital da Suécia até a próxima sexta-feira e que reúne 3 mil especialistas de mais de 120 países.Fonte: Exame

Disponível em: <https://casadasustentabilidade.wordpress.com/2016/09/01/coca-cola-e-1a-da-lista-fortune-a-repor-toda-a-agua-usada/#more-8030>
Acesso em 15 de Setembro de 2016.
 
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