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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Arquitetura Sustentável


Resíduos sólidos para a produção de insumos da arquitetura sustentável


resíduos sólidos
Processo de produção Santa Luzia – Divulgação


Resíduos sólidos para a produção de insumos da arquitetura sustentável

Indústria Santa Luzia prova ser possível reciclar para dar vida a materiais de construção responsáveis
Conhecida no setor de construção por seus revestimentos, rodapés e guarnições, a Indústria Santa Luzia tem se tornado referência quando o assunto é arquitetura verde. O motivo está nos perfis da marca, que fazem uso de resíduos sólidos para a sua produção, especificamente de poliestireno expandido (EPS) reciclado. Desde fevereiro deste ano, as linhas de todos os seus artigos passaram a contar com o respeitado Selo RGMat, importante declaração ambiental de produto que atesta os aspectos ambientais de materiais da construção.Inclusive, o conceito de reciclagem de resíduos sólidos da Santa Luzia, como matéria-prima base de seus perfis, é um grande diferencial para a obtenção de pontos em projetos sustentáveis, dentre eles o LEED® (Leadership in Energy and Environmental Design). Diante disso, a certificação RGMat da empresa é um facilitador a construtoras e profissionais do setor interessados em adotar medidas sociais, econômicas e ecologicamente responsáveis em suas obras, uma vez que disponibiliza a análise do grau de sustentabilidade dos produtos da marca.


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Pontos dos produtos Santa Luzia para o LEED – Divulgação



A recuperação de resíduos sólidos da Santa Luzia



Processos, vantagens e objetivos
Ao contribuir com a gestão de resíduos sólidos e, consequentemente, com a arquitetura sustentável, a Indústria Santa Luzia também inova, não só na diversificação do portfólio, como em seus métodos de produção. Vitor Favro, gerente de marketing e relacionamento da empresa, explica que o EPS é um plástico e pode ser reciclado, o que muitos desconhecem. Porém, para dar forma aos rodapés, o trabalho da indústria consiste em tirar a expansão do poliestireno expandido, transformando-o somente em poliestireno.

resíduos sólidos


resíduos sólidos“Aquela ideia de que rodapés feitos com isopor® (antiga marca Isolante Porto Alegre®) são frágeis, cai por terra justamente porque a Santa Luzia os fabrica de forma a acabar com o ar existente nele, convertendo-o em um material maciço. Ou seja, trazemos a matéria-prima para sua forma primária e criamos um produto compacto”, completa Favro. O gerente ainda afirma que a prova da resistência de seus perfis feitos com EPS está na reação positiva de novos clientes, pois vários chegam a confundi-los com madeira.O gerenciamento de resíduos da Santa Luzia também está presente em sua linha de produtos feitos a partir da reciclagem do poliuretano (PU). Nesse caso, o material é micronizado (transformado em pó) e prensado, processo do qual faz nascer os revestimentos da marca. A boa notícia ainda procede da indústria que fornece seus resíduos sólidos recicláveis, visto que as matérias-primas “andam juntas”. “Fábricas de geladeira, por exemplo, utilizam o EPS para a embalagem dos equipamentos, enquanto o PU é aplicado internamente para viabilizar o isolamento térmico dos aparelhos”, destaca o gerente.



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Recuperação de resíduos sólidos – processo de reciclagem do isopor – Diário Catarinense


E é aí que está a grande sacada sustentável de atuação da empresa: para a produção de seus perfis, não é preciso extrair sequer um insumo virgem da natureza, em vista da abundância de resíduos industriais hoje disponíveis. Além disso, segundo Vitor Favro, não há um único produto da Santa Luzia que não se insira no conceito de logística reversa. “Criamos nossos artigos e, quando trocados ou inutilizados, seus resíduos sólidos voltam para a fábrica e são novamente utilizados, transformando-se em novos produtos”.

Destinação de resíduos sólidos: os desafios do processo


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Material produzido pela Santa Luzia, distribuído durante a ExpoGBC – Divulgação


Antes da criação das peças, o sistema de fabricação dos produtos Santa Luzia começa quando a empresa encontra demanda suficiente de EPS e PU em seus vários pontos de coleta espalhados pelo país. Alguns são operados por ela, enquanto outros são controlados por parceiros que trabalham com o gerenciamento de resíduos. Os materiais também podem chegar dos próprios geradores desses resíduos sólidos, em razão da marca atuar como um destino correto para que eles possam cumprir com a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Porém, apesar das vantagens de sua operação, para “fechar a conta” de forma ainda mais positiva, a Santa Luzia – bem como outras fábricas nacionais que tenham o reaproveitamento de resíduos sólidos como base de suas mercadorias – tem de enfrentar certas disputas, ainda difíceis de vencer. Trata-se da falta de incentivo do poder público e de sua onerosa carga tributária cobrada em relação aos processos de reciclagem do EPS e PU, sem contar o caro transporte e a informalidade da atividade de reciclagem.




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Material produzido pela Santa Luzia, distribuído durante a ExpoGBC3 – Divulgação


De acordo com Favro, os impostos são cobrados em todas as etapas do processo, especialmente na logística e na cadeia da reciclagem para aquisição dos resíduos sólidos, o que faz em muitos casos o uso de matéria-prima virgem ser mais atrativo à indústria. “O maior desafio das indústrias que reaproveitam esse tipo de insumo está em fazê-lo chegar na fábrica com um custo menor – o que depende de ações governamentais e da própria indústria –, detalhe essencial que beneficiará todos os envolvidos, sobretudo o consumidor”, reforça.



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Material produzido pela Santa Luzia, distribuído durante a ExpoGBC2 – Divulgação


Vale destacar que, mesmo com o cenário desfavorável, a Indústria Santa Luzia consegue equilibrar três pilares fundamentais de sustentabilidade. Atende em âmbito social, uma vez que canaliza a coleta dos resíduos sólidos nas cooperativas, auxiliando-as no processo e gerando renda aos cooperados. Economicamente, porque consegue entregar ao mercado produtos acessíveis ser competitiva com seus produtos. E, acima de tudo, ambientalmente, já que são inúmeros os benefícios ecológicos proporcionados por seus métodos de produção.
Disponível em: <http://www.temsustentavel.com.br/residuos-solidos-para-producao-de-insumos-da-arquitetura-sustentavel/>
 Acesso em 13 de Outubro de 2016.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Termelétrica movida a Biogás



Inaugurada a maior termelétrica movida a biogás de aterro sanitário do país


A Termoverde vai gerar energia limpa através de resíduos depositados no aterro sanitário

A usina está localizada em Caieiras, em uma área de 15 mil metros quadrados.

Buscando meios que não prejudiquem o meio ambiente, o biogás é uma das alternativas para geração de energia elétrica sustentável. Ele transforma em energia o gás metano extraído da decomposição de resíduos sólidos, trazendo diversas vantagens em sua utilização por ser uma fonte de energia limpa e renovável, ter baixa emissão de gases poluentes e ser uma importante fonte energética.E este mês foi inaugurada a Termoverde, a maior termoelétrica movida a biogás de aterro sanitário do país e uma das maiores do mundo. A usina está localizada em uma área de 15.000 m², na Central de Tratamento e Valorização Ambiental da Essencis, na cidade de Caieiras-SP, no Km 33 da Rodovia Bandeirantes, e estará altamente comprometida com a responsabilidade social e ambiental.O Grupo Solví, empresa que atua nos segmentos de gestão de resíduos, saneamento e energia renovável, é a grande apoiadora do projeto e investiu para construção dessa usina mais de R$ 100 milhões. A Termoverde terá uma potência instalada de 29,5 MW e vai gerar energia limpa através de resíduos depositados no aterro sanitário da Essencis.A usina vai utilizar como combustível o gás metano do biogás, que é produzido a partir da decomposição dos resíduos orgânicos depositados no aterro. Esse tipo de geração de energia é uma forma sustentável de salientar os gases do aterro e de gerar créditos de carbono. A produção ao ano será de 230 mil MWh, gerando um total de energia elétrica sustentável, que poderá suprir a necessidade de uma cidade com cerca de 300 mil habitantes.A Termoverde Caieiras será composta por 21 motores geradores de 1.407 KW cada, central de tratamento do biogás e subestação seccionadora elevadora para conexão na linha de transmissão de 138kV, que vai ligar a termoelétrica ao SIN (Sistema Interligado Nacional), chegando por fim aos consumidores finais de energia.
Benefícios da termoelétrica a biogás ao meio ambiente
- Preserva a vegetação e a fauna local;
- Manutenção de topografia existente;
- Não produz mal cheiro;
- Não traz nenhum risco de poluição aos mananciais e à atmosfera.
Disponível em: <https://duvidas.dicio.com.br/termeletrica-ou-termoeletrica/>
Acesso em 04 de 
Outubro de 2016

domingo, 2 de outubro de 2016

Sony e o Meio Ambiente.


Desenvolvendo um novo plástico – um passo em direção à sustentabilidade



 Fabricantes dependem de plástico, um material derivado principalmente de recursos petrolíferos não renováveis. Na Sony, atividades de conservação em curso envolvem redução da quantidade de plástico que usamos e introdução de plástico reciclado em novos produtos. Também assumimos o desafio de desenvolver o nosso próprio plástico reciclado e conseguimos. Nós o chamamos de SORPLAS. 

Até 99% de conteúdo reciclado

Quando o plástico reciclado é usado em eletrônicos, ele deve incluir uma certa quantidade de retardante de chamas, por razões de segurança. Além disso, a quantidade de conteúdo reciclado em plástico reciclado típico é, muitas vezes, apenas 30%. Ao contrário, anos de pesquisa da Sony conduziram a uma solução onde apenas 1% do adicionado é retardante de chamas - retardante à base de enxofre, é tão eficaz. Nós temos capitalizado este desempenho para aumentar o conteúdo reciclado para até 99% em SORPLAS.

Retardante de chamas e granulado de SORPLAS.


Ajudando a minimizar a pegada, com o máximo de desempenho

As vantagens do SORPLAS, a partir de uma quantidade mínima de retardante de chamas requerido, não se limitam ao seu alto conteúdo reciclado. Também é mais reciclável do que o plástico comum de retardante chamas. A quantidade de aditivos que debilitam a sua integridade estrutural é mínima, para que possa ser reciclado várias vezes com pouca perda de desempenho. Além do mais, como um plástico de alta qualidade, mantém o alto nível de durabilidade entre o retardante de chamas de plásticos policarbonato. E apesar do material ser reciclado, o acabamento é bonito, então não há nenhuma necessidade de revestimentos extras como adicionar cor ou textura reluzente.

Moldura de TV de LCD não revestida 
feito com SORPLAS.


Reciclabilidade Superior
As partes feitas de SORPLAS™ podem ser recicladas várias vezes.

Do uso interno para a sociedade em geral: um recurso para os outros que procuram a reciclagem

Como um plástico policarbonato reciclado com retardante de chamas, SORPLAS tem como objetivo ser usado não só para eletrônicos, mas também para outras aplicações. Por ter várias empresas em vários setores que utilizam SORPLAS, juntos vamos dar um grande passo rumo a um futuro mais brilhante, mais sustentável, onde plásticos reciclados circulam repetidamente como uma regra, não um exceção. 








Produção de SORPLAS
SORPLAS™ production



Prêmios e reconhecimentos
Desempenho ambiental do plástico ganhou vários prêmios.


    Prêmio para Tecnologias de Reciclagem de Recursos e Sistemas, Ministério da Economia, Comércio e Indústria, Japão, 2011

    Prêmio Promoção de 3Rs de Presidente de Conselho, Japão, 2011
    Conselho Americano de Química "Excelente Inovações em Reciclagem de Plásticos 2012", Estados Unidos, 2012

    Premio de Inovação CES 2013 para o projeto de eco-friendly e tecnologia sustentável, Estados Unidos, 2013 Premio de Invenção Imperial, Instituto Japão de Invenção e Inovação, Japão, 2014


Disponível em: <http://www.sony.net/SonyInfo/csr/SonyEnvironment/pt-br/spotlight/sorplas/performance.html>
Acesso em 02 de outubro de 2016

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Descarte Correto e Reaproveitamento


Disponível em : <http://marbekcartuchos.blogspot.com.br/?m=1>
Acesso em: 21 de Setembro de 2016.

Desenvolvimento de Produtos HP



Desenvolvimento dos Produtos HP
Como uma das maiores companhias de Tecnologia do mundo, a HP está comprometida a desenvolver e oferecer produtos, serviços e soluções ambientalmente corretos.



Este processo envolve todo o ciclo de vida do produto: a concepção, a seleção de materiais (inovadores, menos nocivos, reciclados e recicláveis, e em menor quantidade), a redução do uso de energia e água necessárias para sua produção, uma logística sustentável, embalagens econômicas, além da destinação adequada, tanto para os resíduos gerados durante a sua produção, quanto para os equipamentos descartados por nossos clientes.Desenvolvemos produtos de simples desmontagem a fim de facilitar o processo de separação de materiais, bem como, o envio destes para a reciclagem.
Minimizar impactos é um desafio complexo e uma grande oportunidade. A HP está reunindo esforços para o desenvolvimento de produtos, serviços e soluções inovadores com redução do impacto ambiental. Esta postura visa alinhar os objetivos da HP com a expectativa de nossos clientes: alto desempenho, menor custo e mínimo impacto ambiental.

Disponível em: <http://www.hp.com/latam/br/baterias/desenvolvimento.html> Acesso em 21 de setembro de 2016.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Reciclagem HP



Reciclagem  HP.com Brasil

Reciclagem

      A HP possui programas de reciclagem para oferecer a seus clientes, produtos e serviços que sejam ambientalmente responsáveis, mantendo seu compromisso na gestão sustentável de suas soluções.
Reconhecida mundialmente como líder em reciclagem no seu segmento, a HP atingiu a marca de mais de 900 mil toneladas de produtos e suprimentos de impressão reciclados, desde 1987.
     Para tanto, oferece programas estruturados a seus clientes para o descarte de equipamentos obsoletos, baterias, cartuchos e toners de seus produtos e reintegra os materiais reciclados em sua própria cadeia produtiva, gerenciando todo o ciclo de vida e garantindo soluções sustentáveis.
Seja muito bem-vindo a praticar o uso consciente de seu produto HP. Clique nos links ao lado e veja como participar!
Mais informações, envie um e-mail para reciclagem@hp.com.

Disponível em: <http://welcome.hp.com/country/br/pt/companyinfo/globalcitizenship/reciclagem.html> Acesso em 19 de Setembro de 2016.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Reutilização de Embalagens




PepsiCo na reutilização de embalagens

Companhia já produziu 144 mil displays reciclados com pacotes de salgadinhos

Resultado de imagem para displays pepsico

A PepsiCo produziu, nos últimos três anos, 144 mil displays 100% reciclados para expor seus produtos em pontos de vendas. A iniciativa, que integra o Programa Reciclo PepsiCo, lançado em 2013 e que une as ações da companhia voltadas para a reutilização de resíduos pós-consumo, confecciona displays a partir de BOPP, película utilizada na fabricação das embalagens de snacks. Para cada display fabricado, a quantidade de plástico reutilizado equivale, em média, a 425 embalagens de salgadinhos. Ou seja, desde o início do projeto, em 2011, foram recicladas o correspondente a mais de 60 milhões de embalagens plásticas. "Até então, as embalagens não tinham nenhum destino específico e a iniciativa proporcionou a chance de fechar o ciclo de produção da embalagem", destaca Gustavo Ambar, gerente de trade marketing da PepsiCo Brasil.
Todo o processo para a fabricação de displays reciclados está em linha com a visão de negócios de Performance com Propósito da companhia, fundamentada nos pilares de Sustentabilidade Humana, de Talentos e Ambiental. No pilar Ambiental, a companhia busca encontrar formas de minimizar seu impacto no meio ambiente e, neste sentido, a iniciativa permite que a PepsiCo não só reduza a quantidade de embalagens descartadas, como também que catadores de material reciclado, empresas processadoras de resíduos e fabricantes de displays gerem renda, além de incentivar a coleta e reutilização de materiais.
O objetivo do Programa Reciclo PepsiCo é formar redes para tratar da questão dos resíduos pós-consumo no segmento de atuação da empresa. Quatro pilares compõem o Reciclo PepsiCo: Inovar, Engajar, Reciclar e Performar, com foco especial nas embalagens e no trabalho realizado com cooperativas de catadores de material reciclável, localizadas na zona Sul de São Paulo. O Reciclo abarca ainda as ações da empresa na redução de material em suas embalagens (de BOPP e PET) e também na promoção de uma nova utilização das embalagens pós-consumo, como o display desenvolvido a partir das embalagens recicladas de snacks. 
Título: PepsiCo na reutilização de embalagens
Veículo: Site - Cliente SA
Data Publicação: 17-11-2014 
Disponível em: <http://www.descartelegal.com/noticias/voce-sabia-que-as-embalagens-de-batatas-chips-sao-reciclaveis>
<http://www.pepsico.com.br/pepsico-na-reutilizacao-de-embalagens>
Acesso em 16 de Setembro de 2016.

 
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