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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Paris ecológica.

Paris bane carros da sua avenida principal



O local que antes era fechado apenas no verão para dar lugar a uma praia artificial, foi bloqueada permanentemente pela prefeitura para circulação de carros



Apesar da mudança, o trafego de carros se manteve tranquilo.

Há 15 anos a prefeitura de Paris vem trabalhando no projeto “guerra ao carro”, que visa combater o 

trânsito e melhorar o ar da cidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar é responsável pela morte de aproximadamente 42 mil pessoas por ano.

Por isso, diversas medidas vêm sendo tomadas para tentar combater esse número alarmante e melhorar as condições de trânsito da cidade, como o banimento da circulação de carros produzidos antes de 1997 nas ruas centrais. E este ano mais uma atitude foi tomada: Paris decidiu abolir de vez os carros de sua avenida principal, criando uma alternativa para pedestres e ciclistas.

Como todos os outros anos no verão, a cidade fechou sua principal avenida para o início do programa “Praia de Paris”, que cria uma praia artificial às margens do rio Sena, acrescentando 3,5 mil toneladas de areia, 50 palmeiras, 900 cadeiras de praia e 450 guarda-sóis. Porém, este ano, a administração pública inovou e decidiu permanecer com a avenida de 3,3 Km fechada para circulação dos carros.

A grande preocupação da prefeita, Anne Hidalgo, era que o trânsito das ruas tivesse uma grande piora, mas não foi exatamente isso que aconteceu. O tráfego se manteve calmo e diversos carros desapareceram das ruas mesmo em horários de pico. Apenas as ruas próximas à avenida sentiram um pouco do reflexo dessa modificação.

Dados mostraram que em setembro de 2015, aproximadamente 2,6 mil veículos transitavam por hora pela avenida antes do seu fechamento. Após a medida foi registrado que apenas 1,3 mil carros circulavam pelas ruas secundárias, mostrando que as pessoas decidiram optar pelos transportes alternativos para sua locomoção diária.

A cidade está investindo bastante na mobilidade urbana e fazendo diversas mudanças importantes para a melhoria do transporte alternativo. O objetivo é que até 2020 seja criado uma ciclovia que atravessa a cidade inteira e ainda fazer a reforma de todas as áreas turísticas para que fiquem mais amigável para ciclistas e pedestres.


Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/mobilidade-urbana/paris-bane-carros-da-sua-avenida-principal/>
Acesso em 08 de Dezembro de 2016

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Arquitetura Verde

Cartilha dá dicas de como fazer construções e reformas de maneira sustentável


Material chega para diminuir os danos causados ao meio ambiente pela construção civil, utilizando recursos e materiais sustentáveis do começo ao fim da obra


Manual ensina como ser ecologicamente correto do começo ao fim da obra.


A construção civil é um dos setores que mais movem a economia e geram empregos no mundo. Porém, é o que mais consome recursos naturais, segundo o Conselho Internacional da Construção (CIB). Presume-se que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelas atividades humanas sejam resultantes da construção.


Para diminuir esses impactos ambientais, o Ministério do Meio Ambiente lançou uma cartilha que tem o objetivo de tornar a construção civil mais sustentável, buscando soluções eficientes e responsáveis para utilizar do início ao fim da obra, além de orientar os consumidores sobre moradias e reformas menos prejudiciais ao meio ambiente.

Batizada de “Construções e Reformas Particulares Sustentáveis”, a cartilha possui nove páginas e mostra um mapa com todos os cômodos da casa e identificam os pontos para a execução da obra dentro do conceito de sustentabilidade.

Esse com certeza é um grande desafio para o setor, mas esse manual vai colaborar com a redução e otimização do consumo de materiais e energia, na redução de resíduos gerados, preservando da melhor forma possível o ambiente natural e melhorando a qualidade do ambiente construído.

As tendências atuais, quando se fala sobre construção sustentável, possuem duas direções. A primeira são os centros de pesquisas em tecnologias alternativas, que visam utilizar materiais e tecnologias vernáculas como o uso da terra crua, palha, pedra, entre outros materiais naturais. A segunda envolve os empresários que apostam em “empreendimentos verdes”. No entanto, eles refletem apenas esforços na redução da energia incorporada, sendo que nos outros aspectos são iguais às convencionais.

Para que esse processo de implementação urbana seja efetivo, são recomendados seguir alguns pontos importantes: adaptação à topografia local, com redução da movimentação de terra; preservação de espécies nativas; previsão de ruas e caminhos que privilegiem o pedestre e o ciclista e contemplem a acessibilidade universal; previsão de espaços de uso comum para integração da comunidade; e, preferencialmente, de uso de solos diversificados, minimizando os deslocamentos.

Além disso, a cartilha salienta o uso de iluminação e ventilação natural, diminuindo o consumo de energia. Nas áreas externas, a orientação é usar reciclados da construção e pavimentos permeáveis. Já para o piso externo, sugere-se o uso dos intertravados, feito de materiais prensados e que possuam maior vida útil e baixo custo de manutenção.


Disponível em:<http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/cartilha-da-dicas-de-como-fazer-construcoes-e-reformas-de-maneira-sustentavel/>
Acesso em 02 de Dezembro de 2016



quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Sustentabilidade na empresa como aplicar ?

Sustentabilidade em Empresas

Muitas empresas gostariam de adotar os conceitos de sustentabilidade; mas tem dúvidas quando o assunto é aplicar a sustentabilidade e quais efeitos poderiam decorrer disso em suas próprias empresas.
Para que um empresário saiba como aplicar a sustentabilidade em casa, ou seja, na própria empresa, é necessário que antes de qualquer coisa haja muito planejamento e muito estudo dos processos produtivos dela mesma e de seus fornecedores. Além disso, a importância de determinarem-se regras claras para os empregados e prover um correto treinamento para os novos ditames relacionados à sustentabilidade e a nova forma de agir da empresa é de fundamental importância para que todo o processo não se transforme numa grande dor de cabeça e numa fonte interminável de problemas e despesas.
A realidade que move as empresas que querem saber como aplicar a sustentabilidade internamente é muito simples: A empresa que não se adequar à nova realidade e as exigências de um mercado cada vez mais ativista e inquisidor; estará fora do mercado e será devorada pela concorrência.
É importante que as empresas e os empresários tenham plena consciência de que aplicar a sustentabilidade como forma apenas de garantir um efeito de “marketing” passageiro é apenas um suicídio econômico que tenderá a representar o ostracismo da marca e a maledicência provocada pelo escândalo assim que essa intenção se tornar evidente para o mercado. Entender que não há espaços para oportunistas e “caroneiros” não éticos é a chave para ganhar credibilidade e garantir que a empresa tenha uma correta política de sustentabilidade em seu próprio “chão de fábrica”.
Como Aplicar a Sustentabilidade em uma Empresa
O primeiro passo é garantir que todo o processo seja transparente e assessorado por empresas idôneas e reconhecidas no mercado. Políticas ambientais sérias e ações diretas junto a seus empregados devem ser fomentadas e aplicadas de forma contínua e a garantir que esses empregados se transformem em multiplicadores em suas próprias casas e comunidades.O entendimento de que quaisquer custos oriundos dessa aplicação e das mudanças para o novo conceito de sustentabilidade são, na verdade, investimentos em lucratividade e em redução de custos operacionais futuros. Pois, arrumando a própria casa é que o empresário começará a notar que seus gastos com a manutenção e a operação da empresa e das rotinas diárias de operação baixarão sensivelmente e esta economia, obviamente, se reverterá em aumento dos lucros e dos dividendos gerados por sua empresa.
Mudar radicalmente a fabricação e a operação de linhas de produtos que agridam o meio ambiente; que usem mão-de-obra infantil ou ilícita; práticas preconceituosas de quaisquer naturezas jamais serão aceitos de uma empresa sustentável e, muito brevemente, de qualquer outra empresa.
Para que um empresário saiba como aplicar a sustentabilidade em sua empresa; é necessário que ele queira realmente fazê-lo. Uma vez que, dependendo da empresa e do ramo que atue, a jornada desde o planejamento (passando-se pela transição) até o estabelecimento e a certificação como empresa sustentável; será demorada, penosa e repleta de desafios.
Disponível em: <http://www.atitudessustentaveis.com.br/artigos/sustentabilidade-empresa-como-aplicar/>
Acesso em: 23 de Novembro de 2016.

sábado, 19 de novembro de 2016

Moda do bem



Adidas lança tênis fabricado com plásticos retirados do oceano


Atualmente, há uma busca constante em interligar todas as áreas com a temática sustentabilidade e com a moda não poderia ser diferente, não é mesmo?! Pensando desta forma a marca Adidas, em parceria com a Parley for the Oceans, uma ONG que sincroniza a economia atual com o ecossistema da natureza, acaba de lançar um novo protótipo de tênis feito, inteiramente, com plásticos retirados do oceano.Toda matéria-prima utilizada na criação do modelo – chamado Primeknit – é reciclável, como fibras, fios e filamentos. O Primeknit é tricotado e isso gera resíduo zero, em comparação com o processo de corte necessário para a maioria dos outros tênis.O maior objetivo do programa é trabalhar novas tecnologias para gerar um consumo consciente dos restos de plástico do mundo, lhes tirando do meio ambiente e reutilizando. A marca está em fase de adaptar o material para, eventualmente, começar a incluí-lo em outros produtos. “Nós não queremos nos limitar. Nós podemos colocar isso em t-shirts, shorts, em todos os tipos de coisas”, diz Eric Lietke, membro do conselho executivo da Adidas.“ O plástico não pertence à natureza, ele não merece estar na barriga de um peixe. A solução final é cortar este fluxo contínuo de algo que não se acaba facilmente, é reinventar-se. Por enquanto, nós fazemos o que podemos. Isso significa que estamos realizando uma pequena limpeza no mar. Cada pedaço de plástico que recolhemos, cada peça única, pode salvar um pássaro, uma tartaruga, mesmo uma baleia.”– diz Eric.
Parabéns pela atitude, Adidas! Essa moda nos faz bem!
AdidasAdidasAdidasAdidas

Disponível em: <http://www.modaemquadro.com.br/moda-do-bem-adidas-lanca-tenis-fabricado-apenas-de-plasticos-retirados-do-oceano/>
Acesso em 19 de Novembro de 2016.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Apple Reciclando.

Apple lucra R$ 40 milhões com reciclagem de aparelhos

Só em 2015, foram recolhidas cerca de 27 mil toneladas de materiais entre o descarte de ouro e de outros componentes recicláveis


Em 2015, a Apple recolheu uma tonelada só de ouro contido nos aparelhos.


Quem um dia imaginaria os modernos e super descolados aparelhos da Apple dariam início a um conceituado processo de reciclagem que, após algum tempo, faria a empresa lucrar algumas dezenas de milhões de reais?


Tomando como base os números levantados só em 2015, a empresa norte-americana, líder no número de vendas de smartphones (ao lado da Samsung), lucrou cerca de 11,5 milhões de dólares com o projeto, o equivalente ao número de 40 milhões de reais. Para quem ainda não conhece o processo realizado pela marca, trata-se da recuperação do ouro e de outros componentes de seus aparelhos – que, em seguida, passam por algumas etapas de reciclagem até que a matéria original adquira uma nova forma de utilização.

Segundo a própria Apple, em seu relatório anual de sustentabilidade, o ano passado foi marcado por grandes números da empresa nessa atividade. No total, mais de 27 mil toneladas de materiais recicláveis (plástico, vidro, alumínio etc.) foram coletadas, evitando que toda essa quantidade de lixo eletrônico fosse descartada em aterros ou locais inapropriados.

A marca detalha também em seu relatório a composição de cada um de seus aparelhos. Para se ter uma ideia, o Iphone, produto de maior popularidade entre os consumidores, conta com uma pequena quantidade de 30 mg de ouro – isto para todas as suas unidades. Como exemplo de sucesso da iniciativa, só em 2015 foi recolhida quase uma tonelada de ouro pela empresa.



Com o objetivo de maximizar suas estratégias sustentáveis, a Apple desenvolveu uma máquina de automação de processo que realiza a desmontagem de seus aparelhos em apenas 11 segundos, facilitando o aproveitamento de todos os materiais recolhidos na operação.

Esta não é a primeira vez que a empresa apresenta números que valorizam a prática sustentável dentro do grande mercado comercial. Outros programas foram elaborados por ela com o objetivo de aprimorar o aproveitamento de fontes renováveis, diminuição dos níveis de carbono emitido em seus produtos, entre outras ações.

Para os consumidores brasileiros da marca que quiserem descartarem seus aparelhos de maneira ecologicamente correta, entrem na página da Apple Renew para saber mais informações.

Confira abaixo o processo de desmontagem dos aparelhos, realizado pela máquina financiada pela Apple:

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Licença Ambiental.


Como tirar licença ambiental para sua empresa
Para abrir uma empresa é necessária a apresentação de alguns documentos. Vamos saber quais?


Para abrir uma empresa é necessária a apresentação de alguns documentos. Um deles é a licença ambiental. Por falta de conhecimento ou até mesmo desatenção, muitos estabelecimentos não cumprem com essa obrigação e são punidos.

Como tirar licença ambiental para sua empresa


O que é o licenciamento ambiental?É um documento obrigatório pelo Poder Público. Através dele é feito o controle ambiental. A emissão do mesmo é feita por meio de um órgão relacionado ao Meio Ambiente.
Esse procedimento autoriza a abertura e implantação da empresa, assim como fiscaliza suas atividades. Se o estabelecimento apresentar potencial poluidor ao meio ambiente precisa conseguir a licença.
Segundo o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), devem emitir esse documento empresas:



  • Extração e tratamento de minerais
  • Indústria de produtos minerais e não metálicos
  • Indústria metalúrgica
  • Indústria mecânica
  • Indústria de material elétrico, eletrônico e comunicações
  • Indústria de material de transporte
  • Indústria de madeira
  • Indústria de papel e celulose
  • Indústria de borracha
  • Indústria de couros e peles
  • Indústria química
  • Indústria de produtos de matéria plástica
  • Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos
  • Indústria de produtos alimentares e bebidas
  • Indústria de fumo
  • Indústrias diversas (produção de concreto, asfalto e galvanoplastia)
  • Obras civis
  • Serviços de utilidades
  • Transporte, terminais e depósitos
  • Atividades diversas (parcelamento de solo e polo industrial)
  • Atividades agropecuárias
  • Uso de recursos naturais





Conseguindo o licenciamento

Como tirar licença ambiental para sua empresa


A licença é emitida em três etapas:

1 - Licença Prévia
O primeiro documento emitido pelo órgão ambiental. É autorizado na fase preliminar do planejamento da empresa. É válido por quatro anos.

2 - Licença de Instalação
Dá aval à implantação da empresa. Uma atenção deve ser dada nessa etapa. Isso porque a instalação do empreendimento deve seguir o planejamento inicial. Diferente do primeiro documento, sua validade é de seis anos.

3 - Licença de Operação
Autoriza a operação da empresa. Nessa etapa o empreendimento está liberado para executar as atividades e oferecer serviços ao mercado. A validade da licença varia de quatro a seis anos, sendo necessária sua renovação.


A importância do licenciamento
Empresas, indústrias e demais empreendimentos são obrigados a apresentar a licença ambiental desde 1981. Quem não tiver esse documento está sujeito à punição, prevista na Lei de Crimes Ambientais.
Além disso, caso precise de um empréstimo junto ao BNDES só poderá fazê-lo se estiver devidamente licenciado.


Disponível em: <https://www.iped.com.br/materias/ambiental/tirar-licenca-ambiental-empresa.html>
Acesso em 09 de Novembro de 2016

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Reciclagem.

Reciclagem: O Que Pode e o Que Não pode ser Reciclado


A coleta seletiva vem sendo feita cada vez mais pelas organizações e por pessoas comuns e tem por intuito preservar o meio ambiente, ajudando a diminuir no uso de recursos naturais. Embora tenha se tornado comum, muitos ainda não sabem separar os materiais recicláveis, o que dificulta e prejudica o trabalho dos recicladores. Para que isso não ocorra, veja abaixo o que pode e o que não pode ser reciclado.

Coleta Seletiva
                                                       Coleta seletiva.


Coleta seletiva


Papel

Blocos de papel reciclado
                        Blocos de papel reciclado.



São úteis para reciclagem: cadernos, caixas de papelão, cartões, cartolinas, embrulhos, jornais, papéis de escritório em geral, papel de desenho, papel de seda, papel filtrante, papel heliográfico, papel Kraft e revistas.

Não são úteis para reciclagem: etiquetas adesivas, fitas adesivas, fotografias, papéis infectados por alguma substância nociva à saúde, papéis encerados, papéis higiênicos sujos, papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone, papel-celofane, papel vegetal e papel-carbono.


Plásticos


Reciclagem de Plástico
                                      Reciclagem de plástico

São úteis para reciclagem: artigos de cozinha, baldes, canetas esferográficas, embalagens de plástico de ovos, de frutas e de legumes, embalagens de xampus, de detergentes e de refrigerantes, escovas de dente e tampas plásticas.

Não são úteis para reciclagem: embalagens plásticas metalizadas, isopor, plásticos tipo celofane e plásticos usados na indústria eletroeletrônica.


Vidro

Garrafas recicladas
                                                    Garrafas recicladas.

São úteis para reciclagem: frascos em geral, garrafas de bebida alcoólica e não alcoólica e potes de produtos alimentícios. Alguns vidros podem ser reutilizados em decorações de casa, com flores e outros artigos.

Não são úteis para reciclagem: ampolas de medicamentos, cristal, espelhos, lâmpadas, tubos de televisão, válvulas, vidros de automóveis, vidros de janelas, vidros temperados de utensílios domésticos e vidros temperados planos.


MetaisTodos são recicláveis.

Orgânico
São úteis para reciclagem: restos de alimentos, frutas, legumes, verduras, borra de café, cabelos, cascas de árvores, cascas de ovos, filtros de café, flores, galhos de poda, grama (em pequenas quantidades), palha, palhas secas, papel de cozinha, penas, saquinhos de chá.

Não são úteis para reciclagem: borracha, carne, cinzas de carvão, de madeira, de cigarro e de churrasco, conteúdo de aspirador de pó, couro, ervas daninhas, fezes de animais domésticos, gordura, óleos, peixe, plantas doentes, queijo e tecidos.

Disponível em: <http://blog.giulianaflores.com.br/sustentabilidade/reciclagem-o-que-pode-e-o-que-nao-pode-ser-reciclado/>
Acesso em 04 de Novembro de 2016.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pegada Ecológica


SUSTENTÁVEL NA PRÁTICA
Faça você mesmo! > Calcule a sua pegada ecológica!



O conceito de pegada ecológica foi criado para, de forma simples, demonstrar a intensidade do impacto das pessoas nos recursos naturais da terra. No caso da pegada ecológica pessoal, ela é medida pela área da superfície da terra e recursos naturais associados necessários para manter um determinado estilo de vida. Uma outra forma de apresentar a mesma informação é calcular a área, em número de "planetas terra" que seria necessária se todos os habitantes do planeta compartilhassem deste mesmo estilo de vida. 

Já foram propostas muitas metodologias e instrumentos para o cálculo da pegada ecológica. Dentre eles, a "calculadora" presente no site do footprintnetwork.org é a melhor que encontramos. Além disso, a calculadora está em português!





Veja como é simples: 



1º passo: Clique aqui para acessar a calcuradora: 


Seu navegador deverá abrir uma nova aba ou janela, e um mapa mundi deve aparecer no 
centro da tela:








passo: Clique sobre o Brasil no mapa mundi: Um quadro de fundo azul com nuvens deve aparecer, com dois botões de opção de idioma (inglês e português):




3º passo: Escolhido o idioma, responda (com sinceridade!) cada uma das perguntas, 
que irão tratar de alimentação, consumo de bens, moradia e transporte:





4º passo: terminadas as respostas às perguntas, aparecerá um quadro resumo 

de sua pegada ecológica:




Terminou ? Ainda não! 


5º passo: no canto inferior direito da calculadora, clique no botão "explore", que está 
após a pergunta: Como posso alterar a minha pegada? Uma nova tela irá abrir na 
calculadora:


6º passo: na nova tela que abriu, clique no triângulo verde na parte superior, e 
arraste para definir uma meta para reduzir sua pegada ecológica.


7º passo: refaça agora o teste, revendo suas opções para que sua meta seja atingida! 





8º passo: agora você já conhece sua pegada ecológica atual, e tem uma indicação 
do que pode fazer para reduzi-la. Então, mãos à obra! Mude seu estilo de vida para 
reduzir seu impacto sobre o planeta. Como começar? clique aqui ! 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Empresa Verde



Disponível em: <http://www.empreendedorismorosa.com.br/sua-empresa-pode-ser-sustentavel/>
Acesso em 20 de Outubro de 2016

Faça você mesmo : PAPEL RECICLADO


Além de ser fácil de fazer, você ameniza a quantidade de papel que vai parar nos aterros

Papel reciclado

A grande quantidade de papel que é consumida no mundo causa graves problemas ambientais, como o desmatamento de florestas para retirada da polpa de madeira de árvores, que provê a celulose - principal matéria-prima do papel.Mesmo com o avanço de tecnologias digitais, ainda ocorre grande desperdício de papel. Para conter esse problema, uma das soluções é a reciclagem, que reaproveita o papel usado para produzir outro novo em folha. Algumas empresas estão inovando e inserem pequenas sementes de rúcula, manjericão e camomila no papel reciclado para criar o papel semente.Mas, como nos ensinam desde a escola, é possível reciclar seus papéis em casa! Se você não se lembra direito de todo o processo, acompanhe abaixo uma receita da equipe eCycle e do internauta Victor Pupatto para fazer reciclagem caseira de papel. Dê uma olhada:
Materiais
Materiais
  • Liquidificador;
  • Bacia com capacidade para 1 litro;
  • 1 litro de água;
  • Papel usado e picado (quantidade suficiente para encher a bacia); 
  • Moldura de tela para pintura (retire a tela e reutilize somente a moldura); 
  • Tela de mosquiteiro (encontrada em lojas de construção ou jardinagem);
  • Colher de sopa;
  • Jornal;
  • Esponja (de preferência bucha vegetal).
Obs: afixe a tela de mosquiteiro na moldura com a ajuda de pregos, para fazer a tela de náilon.

Procedimento

1. Insira o papel picado na bacia de modo a cobrir totalmente seu conteúdo. Em seguida, despeje água até a metade da bacia, fazendo com que todos os pedaços de papel se molhem:
Papel picado

2. Coloque a mistura de papel picado e água no liquidificador
Papel picado e água no liquidificador
3. Bata o conteúdo no aparelho:
Liquidificador


4. Em seguida, derrame a mistura sobre a tela de náilon:
5. Espalhe com uma colher:
6. Pressione a bucha sobre a tela, para remover o excesso de água:
7. Ponha uma folha de jornal sobre a tela e a vire de ponta cabeça, para desenformar.

8. Com o restante do jornal, embrulhe o papel:
9. Deixe a folha reciclada secar em um varal por um ou dois dias:
10. Seu papel reciclado está pronto!Papel reciclado
Se você não tem tempo ou vontade para produzir seu próprio papel reciclado, não deixe de descartar seus papéis usados de forma correta. Clique aqui para encontrar os postos mais próximos de você.

Fotos: Caetano Penna e Victor Pupatto
Disponível em: <http://www.ecycle.com.br/component/content/article/65-papel/1961-faca-voce-mesmo-reciclagem-de-papel-como-fazer-reaproveitar-reciclar-em-casa-passo-a-passo.html>
Acesso em 20 de Outubro de 2016.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Sustentabilidade Loreal




Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=BoY7Cw2XATw>
Acesso em: 19 de Outubro de 2016

domingo, 16 de outubro de 2016

O Tripé da Sustentabilidade



O tripé da sustentabilidade

Uma pesquisa realizada recentemente pelo SPC Brasil e pelo portal de educação financeira “Meu Bolso Feliz” revelou que 50,7% dos entrevistados levam em consideração as práticas de uma empresa em relação ao meio ambiente ou à sociedade antes de comprar um produto ou contratar um serviço.
tripe-sustentabilidade
O dado indica que o consumidor está cada vez mais consciente, o que modifica sua relação com as organizações, as marcas e o mercado. Por esse motivo, muitas empresas vêm se preocupando em atingir e demonstrar um desempenho ambiental e social correto, além da tradicional busca por benefícios econômicos (lucros). O selo de “empresa sustentável” se tornou uma vantagem competitiva.E engana-se quem pensa que, para conquistá-lo, basta plantar meia dúzia de árvores. O aspecto ambiental é importantíssimo, mas uma empresa só pode ser considerada sustentável se combinar a preocupação com o meio ambiente a obrigações sociais – sem, obviamente, ter que abrir mão dos ganhos financeiros.Isso significa, entre outras coisas, estar adequada à legislação trabalhista, pensar em aspectos como o bem estar dos funcionários e, ainda, em como a atividade econômica afeta as comunidades que se localizam no entorno da empresa.Foi o sociólogo inglês John Elkington que, em 1996, criou o termo “Triple Bottom Line” (ou “Tripé da Sustentabilidade”), principal paradigma trabalhado hoje pelas organizações que buscam a sustentabilidade dos negócios. Resumidamente, segundo este conceito, prosperidade econômica, qualidade ambiental e justiça social devem andar juntos, como explica o infográfico:
infografico
Especialista em finanças e professor da Fundação Dom Cabral, Rodrigo Zeidan avalia que “Aqueles empreendedores que tiverem o foco somente no lucro, sem se preocupar com a inserção das empresas na sociedade, vão ver suas receitas diminuírem no médio prazo e suas chances de sucesso, reduzidas” (Fonte: Exame.com).
Disponível em: <http://www.limptex.com.br/sustentabilidade/o-tripe-da-sustentabilidade/>
Acesso em 16 de Outubro de 2016.

sábado, 15 de outubro de 2016

O que é SUSTENTABILIDADE ?





Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=Qky8NVaAfK8>
Acesso em 15 de Outubro de 2016

Afinal, o que é sustentabilidade ?


Resultado de imagem para sustentabilidade


Por: Carlos Cabrera
Sustentabilidade é a palavra que mais se ouve e se lê por aí — na administração, na economia, na engenharia ou no Direito. Mas, afinal, o que significa sustentabilidade? Como bom mentor, vou tentar explicar de forma simples o conceito que já faz parte da vida moderna. Em primeiro lugar, trata-se de um conceito sistêmico, ou seja, ele correlaciona e integra de forma organizada os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade. A palavra-chave é continuidade — como essas vertentes podem se manter em equilíbrio ao longo do tempo. 
Quem primeiro usou o termo foi a norueguesa Gro Brundtland, ex-primeira ministra de seu país. Em 1987, como presidente de uma comissão da Organização das Nações Unidas, Gro publicou um livreto chamado Our Common Future, que relacionava meio ambiente com progresso. Nele, escreveu-se pela primeira vez o conceito:
 " Desenvolvimento sustentável significa suprir as necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades". Note que interessante: a proposta não era só salvar a Terra cuidando da ecologia, mas suprir todas as necessidades de gerações sem esgotar o planeta. " Nem de longe se está pedindo a interrupção do crescimento econômico ", frisou Gro. "O que se reconhece é que os problemas de pobreza e subdesenvolvimento só poderão ser resolvidos se tivermos uma nova era de crescimento sustentável, na qual os países do sul global desempenhem um papel significativo e sejam recompensados por isso com os benefícios equivalentes." 
Parece que Gro Brundtland adivinhava a crise recente das economias do norte e já salientava o papel dos países emergentes, como Brasil, China e Índia. Para você, vale lembrar que a sustentabilidade se aplica a qualquer empreendimento humano, de um país a uma família. Toda atividade que envolve e aglutina pessoas tem uma regra clara: para ser sustentável, precisa ser economicamente viável, socialmente justa, culturalmente aceita e ecologicamente correta. O desafio é enorme, envolve várias gerações e, por isso, você precisa estar ligado no tema. 
Luiz Carlos Cabrera é professor da Eaesp-FGV, diretor da PMC Consultores e membro da Amrop Hever Group 

Disponível em <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/conteudo_474382.shtml> <http://lpcti.com.br/sustentabilidade/>
Acesso em 15 de Outubro de 2016.
 
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