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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Risqué Coleta Sustentável



RISQUÉ E A COLETA DE ESMALTES
1sustentabilidade-em-nome-da-moda-risqueColetor de esmaltes

A marca de esmaltes Risqué lançou um projeto com a loja Ikesaki, da Liberdade/SP, para coleta de esmaltes usados e/ou velhos. Com o nome “Risqué Sustentabilidade em nome da moda”, a ação envolve coletores com capacidade para 750 embalagens e a estimativa é de receber 150 Kg de embalagens/mês. Segundo release da marca, o produto, uma vez processado e transformado, será usado como fonte de energia para a indústria de cimento.

Bom, a minha reação inicial foi de otimismo, pois como muitos de vocês sabem, sou responsável pela comunicação de um salão em São Paulo e apesar de nos preocuparmos com várias questões relacionadas à sustentabilidade, ainda temos muito a avançar. Fico procurando diferentes formas de fazer mudanças que possam ser impactantes e qualquer ação do segmento de beleza que caminhe nessa direção é motivo de comemoração. Na minha avaliação, os dilemas dos salões atualmente estão relacionados a alguns pontos centrais como água, iluminação, produtos (componentes, embalagens, descarte), resíduos e  mais uma dezena de itens.
Voltando para o projeto da Risqué, a minha sugestão é que se a marca se envolveu com o descarte e quer realmente incorporar a sustentabilidade como parte de sua gestão, precisa também fazer o caminho desse processo na direção contrária e planejar quais as alterações que ela pode adotar lá no início, quando o esmalte ainda nem existe. Isso envolve a composição, a embalagem, o design, a comunicação, os cuidados com o consumidor, enfim, todas as etapas fundamentais que podem ter conexões com critérios sociais, ambientais, econômicos, éticos.
Com essa febre dos esmaltes no mundo todo, talvez seja o momento de, por exemplo, as marcas estudarem a redução do tamanho das embalagens. Se existe descarte – como afirma a própria Risqué – é porque o consumidor não costuma usar o vidro inteiro de esmaltes e posso apostar que dá para fazer algo mais compacto e até utilizando um material menos danoso ao meio ambiente.
Na cadeia dessas conexões, o esmalte “renovado” (vamos chamar assim!) pode chegar ao salão e à consciência do consumidor de uma maneira diferente, com mais inovação, sem desperdício, gerando menos CO2 e mantendo seus atributos de moda e beleza.
Vamos torcer para que assim seja.

Disponível em: <https://costurasustentavel.com/2013/02/06/risque-e-coleta-de-esmaltes/>
Acesso em 29 de outubro de 2016.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Ford e a Reutilização



Ford usa garrafas PET para equipar carro

Visando diminuir os impactos causados pela produção em massa de veículos, a montadora norte-americana conta com um setor exclusivo de pesquisa que busca soluções ecológicas ao redor do mundo.

Foram usadas 70 garrafas PET para confeccionar os equipamentos.



Considerada uma das principais vilãs do meio ambiente, a indústria automobilística tem participação direta em vários problemas relacionados à natureza, principalmente quando pensamos na poluição gerada por milhões de automóveis que trafegam por ruas, avenidas e estradas de todo o mundo.
De fato, a culpa também deve ser dividida entre a indústria do petróleo e outros combustíveis fósseis, porém, somente no final do século XX e começo do século XXI, as montadoras começaram a direcionar mais esforços e investimentos no desenvolvimento de motores elétricos, híbridos e outras tecnologias que não poluam o meio ambiente.
Todavia, algumas mudanças já podem ser percebidas. A Ford, uma das principais montadoras do mundo, divulgou recentemente que o modelo Ford Focus conta com quase quatro quilos de garrafas PET utilizados na fabricação dos carpetes e de outros componentes. Para chegar em tais resultados, a Ford possui um setor de Reciclabilidade e Engenharia de Materiais que trabalha de forma interligada com todas as unidades ao redor do mundo, justamente na busca de soluções ecologicamente corretas que possam ser inseridas nos componentes dos veículos.


Mais carros sustentáveis no futuro



Segundo a própria montadora, a estratégia para os próximos anos é produzir carros 85% recicláveis e que sejam também 95% renováveis, isso em uma escala global. “Quem vê um EcoSport não imagina que ele carrega cerca de 70 garrafas PET de 2 litros, todos os dias, independentemente de seu motorista ou destino”, afirma o supervisor de desenvolvimento de produto, Ricardo Travassos, em release oficial.

No caso dos carpetes utilizados nos veículos, por exemplo, são componentes 100% fabricados com garrafas PET recicladas. Além disso, o EcoSport também chega ao mercado com 1kg de fibras têxteis reutilizadas, como calças jeans e camisetas, para isolamento acústico. Atualmente a marca segue investindo em pesquisas para aplicação de componentes sustentáveis na carroceria e interior do veículo, assim como também no motor e embreagem.

A Ford espera nos próximos anos eliminar a utilização de materiais que agridam o meio ambiente durante a vida útil do veículo, da produção ao descarte, sem perder em qualidade e segurança.


Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/reciclagem/ford-usa-garrafas-pet-para-equipar-carro/>
Acesso em 25 de outubro de 2016

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Logística Verde x Logística Reversa


A logística reversa é a área da logística que trata do retorno de produtos, embalagens ou materiais ao seu centro produtivo (DONATO,V). É uma operação que controla certos fluxos de matérias primas, planejando e controlando o retorno de bens de pós consumo e bens de pós venda.
A logística verde é mais amplo. Assim, a logística reversa estaria englobada dentro da logística verde, ou seja, seria uma das medidas adotadas na implantação da logística verde. 
Atualmente, investir em gestão ambiental é uma necessidade para as empresas que querem se destacar no mercado. Os consumidores estão mais exigentes quanto aos produtos consumidos, há maior interesse na preservação ambiental.  Dessa forma, algumas empresas já têm demonstrado interesse em procedimentos que visam reduzir os impactos ambientais de suas atividades. 


Disponível em: <http://www.josianeguss.com/2012/02/logistica-verde.html>
Acesso 19 de agosto de 2016
 
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