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quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Sustentabilidade na empresa como aplicar ?

Sustentabilidade em Empresas

Muitas empresas gostariam de adotar os conceitos de sustentabilidade; mas tem dúvidas quando o assunto é aplicar a sustentabilidade e quais efeitos poderiam decorrer disso em suas próprias empresas.
Para que um empresário saiba como aplicar a sustentabilidade em casa, ou seja, na própria empresa, é necessário que antes de qualquer coisa haja muito planejamento e muito estudo dos processos produtivos dela mesma e de seus fornecedores. Além disso, a importância de determinarem-se regras claras para os empregados e prover um correto treinamento para os novos ditames relacionados à sustentabilidade e a nova forma de agir da empresa é de fundamental importância para que todo o processo não se transforme numa grande dor de cabeça e numa fonte interminável de problemas e despesas.
A realidade que move as empresas que querem saber como aplicar a sustentabilidade internamente é muito simples: A empresa que não se adequar à nova realidade e as exigências de um mercado cada vez mais ativista e inquisidor; estará fora do mercado e será devorada pela concorrência.
É importante que as empresas e os empresários tenham plena consciência de que aplicar a sustentabilidade como forma apenas de garantir um efeito de “marketing” passageiro é apenas um suicídio econômico que tenderá a representar o ostracismo da marca e a maledicência provocada pelo escândalo assim que essa intenção se tornar evidente para o mercado. Entender que não há espaços para oportunistas e “caroneiros” não éticos é a chave para ganhar credibilidade e garantir que a empresa tenha uma correta política de sustentabilidade em seu próprio “chão de fábrica”.
Como Aplicar a Sustentabilidade em uma Empresa
O primeiro passo é garantir que todo o processo seja transparente e assessorado por empresas idôneas e reconhecidas no mercado. Políticas ambientais sérias e ações diretas junto a seus empregados devem ser fomentadas e aplicadas de forma contínua e a garantir que esses empregados se transformem em multiplicadores em suas próprias casas e comunidades.O entendimento de que quaisquer custos oriundos dessa aplicação e das mudanças para o novo conceito de sustentabilidade são, na verdade, investimentos em lucratividade e em redução de custos operacionais futuros. Pois, arrumando a própria casa é que o empresário começará a notar que seus gastos com a manutenção e a operação da empresa e das rotinas diárias de operação baixarão sensivelmente e esta economia, obviamente, se reverterá em aumento dos lucros e dos dividendos gerados por sua empresa.
Mudar radicalmente a fabricação e a operação de linhas de produtos que agridam o meio ambiente; que usem mão-de-obra infantil ou ilícita; práticas preconceituosas de quaisquer naturezas jamais serão aceitos de uma empresa sustentável e, muito brevemente, de qualquer outra empresa.
Para que um empresário saiba como aplicar a sustentabilidade em sua empresa; é necessário que ele queira realmente fazê-lo. Uma vez que, dependendo da empresa e do ramo que atue, a jornada desde o planejamento (passando-se pela transição) até o estabelecimento e a certificação como empresa sustentável; será demorada, penosa e repleta de desafios.
Disponível em: <http://www.atitudessustentaveis.com.br/artigos/sustentabilidade-empresa-como-aplicar/>
Acesso em: 23 de Novembro de 2016.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Nature: Tecnologia Verde V


Refil, rótulo e tampa

Refil
Além de ser uma opção mais econômica para o consumidor, pois custa, em média, 20% mais barato do que produto regular, os refis têm a vantagem de consumir menos material de embalagem (plástico, papel, vidro, etc) em relação aos produtos regulares, representando uma redução na utilização de recursos naturais, na geração de resíduos sólidos e também na emissão de gases de efeito estufa. Com a reposição do conteúdo, as embalagens originais de Natura Ekos podem ser reutilizadas por, no mínimo, 5 vezes, antes de serem descartadas.



Rótulo Bula
Em vez de utilizar silk e imprimir as informações sobre os produtos diretamente no frasco, Natura Ekos optou por usar rótulos-bula, feitos de um filme plástico autoadesivo facilmente destacável, o que contribui para o processo de reciclagem das embalagens. Sempre que for jogar fora uma embalagem de Natura Ekos, retire o rótulo-bula e descarte tanto a embalagem quanto o rótulo no lixo seco, ou seja, separadamente do lixo orgânico e do lixo de banheiro. Atualmente, a Natura realiza testes para produzir um rótulo que também seja reciclável.


Tampa Rosca
O mesmo tipo e tamanho de tampa é utilizado na maioria dos produtos da linha Natura Ekos. Isso diminui o uso de moldes diferentes e evita o gasto desnecessário de aço. Seu formato rosca facilita a retirada para a reposição dos produtos contidos nos refis.




Disponível em <http://ne.dedalus.com.br/tecnologias-verdes/>
Acesso em 7 de setembro de 2016.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Natura: Tecnologia Verde IV

Papel Reciclado Pós-Consumo 




Por Mayara Maluceli
Edição: Thays Prado


A partir de 2011, Natura Ekos aumenta de 3% para 40% a quantidade de papel reciclado pós-consumo utilizada na fabricação dos cartuchos que embalam os produtos da linha.
Com essa iniciativa, cerca de 250 toneladas de papel descartadas, por ano, pela sociedade e que iriam para o lixo, passam a ser recicladas, o que contribui, anualmente, para economizar até 20.500 m³ de água e evitar que 23 toneladas de carbono sejam emitidas*.Os papéis descartados por consumidores finais são recolhidos, processados e transformados em aparas, que retornam aos fabricantes de papel. Nas fábricas, essas aparas pós-consumo são trituradas em uma máquina chamada de desagregador. Ao mesmo tempo, em um outro desagregador, aparas pré-consumo, provenientes de sobras de papel virgem, fabricados ali, também são trituradas. Em seguida, as aparas pré-consumo e pós-consumo são misturadas e passam por um processo de limpeza para a retirada de impurezas e de refino das fibras para garantir qualidade ao papel que está sendo reciclado. Em uma outra máquina, essa massa é prensada, secada e transformada em bobinas ou folhas de papel, vendidas para gráficas que as convertem em embalagens.
Para garantir que as folhas e embalagens de papel sejam recicladas, é preciso descartá-las corretamente.Por isso, sempre que precisar jogar fora um material feito de papel, descarte-o juntamente com o lixo seco (que pode conter também latas, plásticos e vidro) e separe-o do lixo úmido (local para restos de alimentos, cascas e ossos, pó de café e chá, podas e galhos, entre outros) e também do lixo de banheiro (como papel higiênico, absorventes íntimos e fraldas plásticas). Assim, o material seco terá mais chances de servir para a reciclagem, diminuindo a quantidade de lixo que vai para os aterros sanitários.**


*Estudo realizado por Natura Ekos, com base em dados de embalagem, faturamento da marca do ano de 2010 e critérios da ONG WWF.
** Informações baseadas na Campanha Separe o Lixo e Acerte na Lata, do Ministério do Meio Ambiente.

Disponível em: <http://ne.dedalus.com.br/tecnologias-verdes/>
Acesso em: 6 de setembro de 2016.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Natura: Tecnologia Verde III


Plástico Verde




O plástico utilizado nas embalagens dos condicionadores e dos refis da linha Natura Ekos, denominado de Plástico Verde I’m green™, é produzido com tecnologia brasileira, pela Braskem, a partir do etanol da cana-de-açúcar, uma fonte 100% renovável.Além de não pressionar ou comprometer as reservas minerais esgotáveis do planeta, ao contrário dos materiais de origem petroquímica, o plástico de origem de cana possui menor emissão de gases de efeito estudas quando comparados com o mesmo tipo de plástico de origem petroquímica, pois a cana tem o melhor índice de redução de emissões de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global. As emissões de carbono durante todo o ciclo de vida até a queima do etanol são 84% menores se comparadas às emissões da gasolina.Quando o etanol é usado para produzir o Plástico Verde, considerando desde a plantação da cana-de-açúcar até o portão da fábrica da Braskem, são capturadas até 2,5 toneladas de CO2 da atmosfera para cada tonelada de Plástico Verde. Como esse produto não se biodegrada, o carbono absorvido durante o cultivo da cana é mantido fixo por todo o seu período de vida e não volta para a atmosfera.Além disso, o Plástico Verde é totalmente reciclável. Apesar de ser originado de uma matéria-prima diferente, esse material apresenta exatamente as mesmas características técnicas do polietileno de origem fóssil, e, por isso, pode ser reciclado juntamente com eles. Para a indústria da reciclagem, esse fato é de grande importância, pois não são necessários investimentos em novos equipamentos ou ajustes técnicos específicos para o reprocessamento do plástico verde.Mas a preocupação ambiental com a produção do Plástico Verde começa bem antes do chão de fábrica, já nas plantações de cana, que devem seguir o Código de Conduta para Fornecedores de Etanol, elaborado pela Braskem, contendo um conjunto de critérios que incluem o cumprimento das diretrizes ambientais e o respeito à biodiversidade e aos direitos humanos e trabalhistas.A opção pelo uso do Plástico Verde é parte da campanha Carbono Neutro da Natura, que visa reduzir as emissões de carbono tanto dos produtos quanto da cadeia de produção, através da utilização de materiais sustentáveis, renováveis e do aumento da reciclabilidade dos recipientes.



Saiba mais sobre o Plástico Verde I’m green™ em: http://www.braskem.com.br/plasticoverde/

Disponível em: <http://ne.dedalus.com.br/tecnologias-verdes/plastico-verde-feito-da-cana-de-acucar-reduz-as-emissoes-de-gases-do-efeito-estufa/>
Acesso em : 5 de setembro 2016.

domingo, 4 de setembro de 2016

Natura : Tecnologia Verde II


Pet Reciclado Pós Consumo 




Por Mayara Maluceli
Edição: Thays Prado


Você sabia que para produzir duas embalagens de Natura Ekos, feitas de PET, uma outra garrafa PET, de mesmo peso, que antes poderia ir para o lixo comum, é reciclada? É que, além de 100% recicláveis, as embalagens de PET de Ekos são feitas de 50% de material reciclado pós-consumo, ou seja, obtido a partir de vários tipos de embalagens e outros materiais de PET, que chegaram até o consumidor final, foram descartados, recolhidos e processados por empresas recicladoras, dando origem a resinas de PET recicladas.
A partir de agora, com a utilização do PET 50% reciclado pós-consumo nas embalagens de Natura Ekos, anualmente, cerca de 120 toneladas de PET serão recicladas e reinseridas na cadeia produtiva e 149 toneladas de carbono deixarão de ser emitidas*. Isso significa menos lixo e menos impacto sobre as mudanças climáticas.
O PET (Politereftalato de Etila) é um tipo de plástico produzido a partir do petróleo. Empregado na fabricação de tecidos, hoje, também é amplamente utilizado na produção de embalagens para bebidas, alimentos, medicamentos, produtos de limpeza e cosméticos.Uma das vantagens de sua utilização é que materiais feitos com PET podem ser reciclados e transformados em matéria-prima para a produção de fibras para tecelagem ou embalagens, como as de Natura Ekos, por exemplo, que indicam, no rótulo a existência de PET em sua composição.
No processo de reciclagem, embalagens e outros materiais de PET são coletados, separados por cor, prensados, enfardados e vendidos para empresas recicladoras. Essas empresas triam esses materiais, separando rótulos e tampas. Em seguida, eles são lavados para a retirada de impurezas, como sujeiras e terra, moídos e descontaminados e se tornam, novamente, matéria-prima para diversas indústrias de transformação.O descarte correto das embalagens feitas de PET é um fator que facilita o processo de reciclagem e o consumidor tem um papel importante nesse sentido.Por isso, sempre que precisar jogar fora um material feito de PET, descarte-o juntamente com o lixo seco (que pode conter latas, papéis, plásticos e vidro) e separe-o do lixo úmido (local para restos de alimentos, cascas e ossos, pó de café e chá, podas e galhos, entre outros) e também do lixo de banheiro (como papel higiênico, absorventes íntimos e fraldas plásticas). Assim, o material seco terá mais chances de servir para a reciclagem, diminuindo a quantidade de lixo que vai para os aterros sanitários.**
Se em sua casa ou em seu trabalho não houver coleta seletiva, você mesmo pode levar suas embalagens de PET a um local apropriado. A Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET) possui uma plataforma associada ao Google Maps, conhecida como LevPet, que auxilia os usuários a identificar os locais adequados mais próximos de sua residência, como cooperativas, pontos de comércio de reciclagem, pontos de entrega e entidades sociais, para a destinação correta desse produto.



*Estudo realizado por Natura Ekos, com base em dados de embalagem e faturamento da marca do ano de 2010.
** Informações baseadas na Campanha Separe o Lixo e Acerte na Lata, do Ministério do Meio Ambiente.


Disponível em <https:// ne.dedalus.com.br/tecnologias-verdes/embalagens-de-natura-ekos-tem-50-por-cento-de-pet-pos-consumo/>
Acesso em 4 de setembro de 2016.

sábado, 3 de setembro de 2016

Natura: Tecnologia Verde I


Vegetalização das Fórmulas 




Desde 2005, Natura Ekos trabalha para vegetalizar suas fórmulas, ou seja, substituir todas as matérias-primas de origem animal, mineral ou sintética por matérias-primas de origem vegetal. Além de trazer suavidade e emoliência, os ingredientes vegetais são provenientes de fontes renováveis e, por isso, sua extração respeita o ritmo de reposição da natureza, sem pressionar as reservas esgotáveis do planeta, e leva em conta as necessidades das gerações futuras.Um dos exemplos de vegetalização das fórmulas foi a dos óleos trifásicos, que, em 2007, tiveram todo o óleo derivado do petróleo, não-renovável, substituído por óleo de palma.Entre as matérias-primas de origem vegetal, também estão os ativos da biodiversidade brasileira que dão nome às linhas de produtos de Natura Ekos: castanha, maracujá, andiroba, buriti, cacau, pitanga, entre outros.Nos últimos anos, a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura se inspira na tradição popular ligada a cada um desses frutos, sementes, raízes e folhas e no que eles naturalmente oferecem, e busca aumentar a concentração dos ativos nos produtos, para que esses proporcionem ao consumidor, por meio de novas formulações, os mesmos benefícios trazidos pela natureza.“Chegamos a uma concentração ideal de ativos nas fórmulas, de modo que os produtos entregam o resultado esperado, as comunidades fornecedoras passam a ter mais demanda e, portanto, melhor renda, e isso sem forçar a natureza a produzir mais do que o necessário”, explica Cristiane Carnelos, do departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Natura, especializada na categoria de cabelos.Esse avanço tecnológico é o que possibilita que o shampoo Natura Ekos Castanha, por exemplo, passe a oferecer aos cabelos secos e quebradiços a mesma nutrição e força que o leite de castanha provê aos povos da floresta que tradicionalmente se alimentam dele.


Disponível em <http://ne.dedalus.com.br/tecnologias-verdes/entenda-o-movimento-de-vegetalizacao-de-natura-ekos/>

Acesso em 3 de setembro de 2016.
 
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