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quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Paris ecológica.

Paris bane carros da sua avenida principal



O local que antes era fechado apenas no verão para dar lugar a uma praia artificial, foi bloqueada permanentemente pela prefeitura para circulação de carros



Apesar da mudança, o trafego de carros se manteve tranquilo.

Há 15 anos a prefeitura de Paris vem trabalhando no projeto “guerra ao carro”, que visa combater o 

trânsito e melhorar o ar da cidade. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar é responsável pela morte de aproximadamente 42 mil pessoas por ano.

Por isso, diversas medidas vêm sendo tomadas para tentar combater esse número alarmante e melhorar as condições de trânsito da cidade, como o banimento da circulação de carros produzidos antes de 1997 nas ruas centrais. E este ano mais uma atitude foi tomada: Paris decidiu abolir de vez os carros de sua avenida principal, criando uma alternativa para pedestres e ciclistas.

Como todos os outros anos no verão, a cidade fechou sua principal avenida para o início do programa “Praia de Paris”, que cria uma praia artificial às margens do rio Sena, acrescentando 3,5 mil toneladas de areia, 50 palmeiras, 900 cadeiras de praia e 450 guarda-sóis. Porém, este ano, a administração pública inovou e decidiu permanecer com a avenida de 3,3 Km fechada para circulação dos carros.

A grande preocupação da prefeita, Anne Hidalgo, era que o trânsito das ruas tivesse uma grande piora, mas não foi exatamente isso que aconteceu. O tráfego se manteve calmo e diversos carros desapareceram das ruas mesmo em horários de pico. Apenas as ruas próximas à avenida sentiram um pouco do reflexo dessa modificação.

Dados mostraram que em setembro de 2015, aproximadamente 2,6 mil veículos transitavam por hora pela avenida antes do seu fechamento. Após a medida foi registrado que apenas 1,3 mil carros circulavam pelas ruas secundárias, mostrando que as pessoas decidiram optar pelos transportes alternativos para sua locomoção diária.

A cidade está investindo bastante na mobilidade urbana e fazendo diversas mudanças importantes para a melhoria do transporte alternativo. O objetivo é que até 2020 seja criado uma ciclovia que atravessa a cidade inteira e ainda fazer a reforma de todas as áreas turísticas para que fiquem mais amigável para ciclistas e pedestres.


Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/mobilidade-urbana/paris-bane-carros-da-sua-avenida-principal/>
Acesso em 08 de Dezembro de 2016

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Arquitetura Verde

Cartilha dá dicas de como fazer construções e reformas de maneira sustentável


Material chega para diminuir os danos causados ao meio ambiente pela construção civil, utilizando recursos e materiais sustentáveis do começo ao fim da obra


Manual ensina como ser ecologicamente correto do começo ao fim da obra.


A construção civil é um dos setores que mais movem a economia e geram empregos no mundo. Porém, é o que mais consome recursos naturais, segundo o Conselho Internacional da Construção (CIB). Presume-se que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelas atividades humanas sejam resultantes da construção.


Para diminuir esses impactos ambientais, o Ministério do Meio Ambiente lançou uma cartilha que tem o objetivo de tornar a construção civil mais sustentável, buscando soluções eficientes e responsáveis para utilizar do início ao fim da obra, além de orientar os consumidores sobre moradias e reformas menos prejudiciais ao meio ambiente.

Batizada de “Construções e Reformas Particulares Sustentáveis”, a cartilha possui nove páginas e mostra um mapa com todos os cômodos da casa e identificam os pontos para a execução da obra dentro do conceito de sustentabilidade.

Esse com certeza é um grande desafio para o setor, mas esse manual vai colaborar com a redução e otimização do consumo de materiais e energia, na redução de resíduos gerados, preservando da melhor forma possível o ambiente natural e melhorando a qualidade do ambiente construído.

As tendências atuais, quando se fala sobre construção sustentável, possuem duas direções. A primeira são os centros de pesquisas em tecnologias alternativas, que visam utilizar materiais e tecnologias vernáculas como o uso da terra crua, palha, pedra, entre outros materiais naturais. A segunda envolve os empresários que apostam em “empreendimentos verdes”. No entanto, eles refletem apenas esforços na redução da energia incorporada, sendo que nos outros aspectos são iguais às convencionais.

Para que esse processo de implementação urbana seja efetivo, são recomendados seguir alguns pontos importantes: adaptação à topografia local, com redução da movimentação de terra; preservação de espécies nativas; previsão de ruas e caminhos que privilegiem o pedestre e o ciclista e contemplem a acessibilidade universal; previsão de espaços de uso comum para integração da comunidade; e, preferencialmente, de uso de solos diversificados, minimizando os deslocamentos.

Além disso, a cartilha salienta o uso de iluminação e ventilação natural, diminuindo o consumo de energia. Nas áreas externas, a orientação é usar reciclados da construção e pavimentos permeáveis. Já para o piso externo, sugere-se o uso dos intertravados, feito de materiais prensados e que possuam maior vida útil e baixo custo de manutenção.


Disponível em:<http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/cartilha-da-dicas-de-como-fazer-construcoes-e-reformas-de-maneira-sustentavel/>
Acesso em 02 de Dezembro de 2016



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Ciclovia sustentável

Polônia lança ciclovia que brilha no escuro com ajuda da energia solar


Projeto surge para ajudar tanto os ciclistas que pedalam durante a noite como minimizar os problemas enfrentados pelo uso excessivo de eletricidade



Estratégia pode ajudar a reduzir o uso excessivo de eletricidade.


O uso das ciclovias estão cada dia mais se tornando uma alternativa para a mobilidade da população de diversos países do mundo, ajudando o bolso, o tempo, a saúde e, principalmente, o meio ambiente.


Muitos desses países já estão bem desenvolvidos em relação às ciclovias, como é o caso da Polônia, que criou uma solução genial para as pedaladas noturnas. O projeto elaborado pela companhia europeia de tecnologia TPA Instytut Badán Technicznych SP. z o.o., na cidade de Lidzbark Warmiński, é uma ciclovia que brilha no escuro que veio para auxiliar os cliclistas, para que eles se sintam mais seguros, e reduzir os problemas enfrentados com o uso excessivo de eletricidade.

A ciclovia é uma alternativa funcional, rentável e sustentável, já que funciona por meio da energia solar. Para o seu funcionamento foram colocados no asfalto partículas sintéticas autossuficientes chamadas de “luminóforos”, que recebem toda a energia captada do sol durante o dia, para que, durante a noite, consigam se iluminar refletindo uma luz azul metálica, que emite um baixo nível de luz que dura em torno de 10 horas sem utilizar nenhuma eletricidade.

Os pesquisadores também analisaram a sustentabilidade do material utilizado na construção, para que o projeto fosse construído da forma mais barata possível, uma vez que o valor dessa ciclovia é bem maior do que a tradicional.

No momento, a ciclovia ainda está em fase de teste e possui apenas cerca de 100 metros de comprimento. O CEO da TPA, Igor Ruttmar, disse em entrevista ao site ABC News: “Queremos ver primeiro como a via se comporta durante o inverno [que começa em dezembro no Hemisfério Norte], para que possamos fazer planos de aumentá-la.”

Ciclovias Iluminadas pelo mundo


Essa não é a primeira cidade a colocar essa ideia em prática. Outras companhias como a startup Glowee, sediada da França, está desenvolvendo uma luz alimentada à base de bactérias bioluminescentes encontradas em lulas que poderão iluminar espaços públicos e edifícios.


O Studio Rossegaarde também criou uma ciclovia iluminada por leds e alimentada por energia solar na Holanda, inspirada no quadro Starry Night de Van Gogh.
São muitos os países que estão tornando essa inciativa sustentável em realidade e está sendo implementada para ajudar tanto os ciclistas como o meio ambiente.

Disponível em: <http://www.pensamentoverde.com.br/mobilidade-urbana/polonia-lanca-ciclovia-que-brilha-no-escuro-com-ajuda-da-energia-solar/>
Acesso em 10 de Novembro de 2016

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Energias Renováveis.

Vantagens das energias renováveis para o meio ambiente

As fontes renováveis de energia são aquelas consideradas inesgotáveis.Vamos entender mais sobre o assunto?

O que é a energia renovável ?

As fontes renováveis de energia são aquelas consideradas inesgotáveis. Elas recebem este nome uma vez que podem se renovar a todo o momento. Elas são encontradas na natureza em grande quantidade ou ainda possuem alta capacidade de se regenerarem por maneiras naturais.



Existem vários exemplos de energias renováveis. As principais e mais conhecidas são:


Vantagens das energias renováveis para o meio ambiente

Energia eólica
Tem origem por meio da força dos ventos que são capazes de movimentar as pás de cata-ventos, que estão ligados aos seus geradores. A vantagem para este tipo de energia é que existe um baixíssimo impacto ambiental e também a geração de poucos resíduos.


Energia SolarOutra energia muito conhecida e também bastante utilizada é sem dúvida a solar. Ela é adquirida por meio de painéis fotovoltaicos que são capazes de transformar a luz solar em energia. Possui um baixo custo de manutenção dos seus equipamentos e, assim como a eólica, também um baixo impacto para o meio ambiente.



Vantagens das energias renovávei para o meio ambiente


Energia HidráulicaA energia hidráulica tem origem na água que gira as turbinas das usinas hidrelétricas, o que gera a devida energia. Para adquirir este tipo de energia não ocorre poluição da água, além de garantir uma baixa emissão de gases que causam o efeito estufa.

Conheça as vantagens da energia renovável para a natureza
As energias renováveis representam verdadeiros benefícios para a natureza, já que contam muitas vezes com baixos custos, e, além disso, não necessitam de processos artificiais que resultam em prejuízo para o meio ambiente. Portanto, podemos destacar diversas vantagens para a natureza, como:


  • Podem ser consideradas inesgotáveis para a escala humana quando comparado aos combustíveis fósseis;
  • O impacto ambiental é bem menor do que o provocado por meio das fontes de energia com origem nos combustíveis fósseis, como o carvão, petróleo e gás. Isso porque elas não produzem dióxido de carbono ou outros gases com “efeito de estufa”;
  • Oferecem menos riscos do que a energia nuclear;
  • Permitem a criação de novos postos de emprego com investimentos em zonas menos favorecidas;
  • Com elas é possível reduzir as emissões de CO2, melhorado assim a qualidade de vida com um ar mais limpo;
  • Reduzem a dependência energética da nossa sociedade face aos combustíveis fósseis.





Viva a Natureza!

Disponível em: <https://www.iped.com.br/materias/ambiental/vantagens-energias-renovaveis-meio-ambiente.html>
Acesso em 07 de Novembro de 2016

domingo, 30 de outubro de 2016

Plástico Biodegradável.




O que é o Plástico Biodegradável

Esta nova tecnologia produz plástico que se degrada através de um processo de degradação. A tecnologia se baseia na introdução de uma quantidade muito pequena de aditivo pró-degradante durante o processo de fabricação convencional, resultando em uma mudança de comportamento do plástico. A degradação do plástico começa quando sua vida útil programada chega ao fim e o produto não está mais em uso (tal período controlado pela composição do aditivo utilizado).

Quando o aditivo reduz a estrutura molecular a um nível que permite o acesso de micro organismos ao carbono e hidrogênio 3 , o plástico é consumido por bactérias e fungos. Por causa disso ele pode ser chamado “biodegradável”. O material deixa então de ser plástico e se torna uma fonte de alimento. Tal processo continua até que o material tenha se biodegradado em CO2, água, e húmus. Isto não deixa fragmentos de petro-polímeros no solo.


Vantagens

  • São recicláveis por todos os métodos juntamente com plásticos convencionais antes do início de sua degradação;
  • Podem ser fabricados a partir de plásticos reciclados;
  • Podem ser reutilizados enquanto não começarem a degradar;
  • Podem ser destinados a compostagem após o descarte;
  • Devem ser coletados seletivamente junto com os plásticos convencionais;
  • São testados, seguros e aprovados para contato com alimentos;
  • Não emitem Metano em sua degradação;
  • São Degradáveis e são Biodegradáveis após a Degradação;

Recursos

O plástico biodegradável é atualmente fabricado a partir da nafta, a qual é um subproduto do refino do petróleo, que é obviamente um recurso finito. No entanto, este subproduto surge porque o mundo precisa combustíveis para seus motores, e continuará a ser gerado mesmo que não seja utilizado na fabricação de produtos de plástico. É possível produzir plástico biodegradável a partir do etanol, o qual é, por sua vez, derivado do açúcar ou outros carboidratos, o que já está sendo feito no Brasil.
O aumento nos preços do petróleo tornou este processo mais econômico, e não há razão para que não se utilize o açúcar de beterraba produzido na Europa. Na verdade, no Reino Unido, a empresa British Sugar anunciou a entrada em funcionamento da primeira usina de bioetanol em 2007, a qual produzirá 70 M de litros por ano (equivalente a 55,000 toneladas de etileno).

Tempo de Degradação

O tempo de degradação dos produtos de plástico biodegradável pode ser “programado” no momento da fabricação e pode ter duração de alguns meses até alguns anos. Eles podem ser embalados a vácuo em material opaco para a entrega e não começarão a degradar antes do prazo previsto, a menos que haja ar e luz.

Perguntas Frequentes (FAQ) – Oxo-biodegradável

Porque precisamos de plástico oxo-biodegradável?

Porque milhares de toneladas de resíduos de plástico passam, diariamente, para o ambiente do mundo e vão manter-se lá durante séculos, a menos que sejam recolhidos para incineração ou compostagem.

Como funciona?

Uma quantidade muito pequena de aditivo pro-degradante é colocada no processo de fabrico. Isto quebra as cadeias moleculares do polímero, e no final da sua vida útil, o produto desintegra. O plástico não só se fragmenta, como será consumido por bactérias e fungos após o aditivo ter reduzido o peso molecular a um nível que permite o acesso de microrganismos ao carbono e hidrogénio. É portanto “biodegradável.”

A biodegradação realmente acontece, ou apenas há fragmentação?

O processo de degradação continua até que o material se tenha degradado a nada mais que CO2, água e húmus, e não deixa fragmentos de petro-polímeros no solo.

Que tipos de plásticos biodegradáveis existem?

Os dois principais tipos são os oxo-biodegradáveis e os hidro-biodegradáveis. Em ambos os casos a degradação começa com um processo químico (dação ou hidrólise), seguida por um processo biológico. Ambos os tipos emitem CO2 à medida que se degradam mas os hidro-biodegradáveis (geralmente à base de amido) podem também emitir metano. Ambos os tipos podem ir para compostagem, mas apenas os oxo-biodegradáveis podem ser economicamente reciclados.

Com certeza que a educação é a forma de resolver o problema do lixo?

Espera-se que a educação venha a reduzir o problema do lixo ao longo de várias gerações, mas actualmente há muito lixo e haverá sempre algum lixo. É preciso tomarem-se medidas agora para mudar para oxo-biodegradável antes que outros milhões de toneladas de resíduos de plástico se acumulem no ambiente.

Não seria melhor reciclar que deixar biodegradar?

Sim, e um dos benefícios do plástico oxo-biodegradável é que pode ser reciclado como parte de uma corrente normal de resíduos de plástico. No entanto, se o plástico não for recolhido não pode ser reciclado, por isso precisa de ser biodegradado em vez de se acumular no ambiente.

Pode ir para compostagem?
O plástico oxo-biodegradável não se degrada rapidamente a baixa temperatura nos “sulcos” de compostagem, mas é ideal para compostagem em “reactores biológicos” a temperaturas elevadas exigidas pelas novas normas da UE para produtos derivados de animais. Na realidade, é provável que a compostagem em sulcos tenha que ser gradualmente eliminada, num futuro próximo.
O que lhe acontece num aterro?

Os plásticos oxo-biodegradáveis fragmentam e biodegradam parcialmente em CO2 e água nas camadas de superfície do aterro, mas os resíduos são completamente inertes, nas camadas mais profundas do aterro na ausência de oxigénio. Não emitem metano.

Por contraste, os plásticos hidro-biodegradáveis (à base de amido) degradam-se e emitem CO2 para as camadas de superfície do aterro se houver actividade microbiana suficiente. No entanto, nas camadas profundas do aterro, na ausência de ar, os plásticos hidro-biodegradáveis geram quantidades abundantes de metano, que é um gás de estufa potente.
Contém “metais pesados”?

Contém iões de metal de transição de Cobalto ou Ferro ou Manganésio, que são elementos residuais necessários na alimentação humana. Não devem confundir-se com metais pesados tóxicos como Chumbo, Mercúrio, Cádmio e Crómio, que nunca são usados em plásticos biodegradáveis.

Não é feito de petróleo?

Actualmente, os plásticos oxo-biodegradáveis são feitos de nafta, que é um derivado da refinação do petróleo, que de outra forma seria eliminado. Claro que o petróleo é um recurso findável, mas este derivado surge porque o mundo precisa de combustíveis e óleos para motores, e surgiria se o derivado fosse ou não usado para fazer artigos de plástico.

A menos que o petróleo seja deixado sob o solo, inevitavelmente será emitido dióxido de carbono, mas até que outros combustíveis e lubrificantes tenham sido desenvolvidos para motores, faz todo o sentido para o ambiente, usar o derivado, em vez de o eliminar por chamas na refinaria e usar escassos recursos da agricultura para fazer plásticos.

Recentemente, tem havido interesse em fabricar açúcar derivado de polietileno. Estes, como o PE derivado de petróleo, não são biodegradáveis, mas podem tornar-se oxo-biodegradáveis da mesma forma que o último, pela adição de um aditivo pró-degradante.

Mas os plásticos hidrobiodegradáveis não são recicláveis?

Não, dado que o processo de os fabricar a partir de culturas é em si mesmo um utilizador significativo de energia de combustível fóssil e assim, um produtor de gases de estufa. Os combustíveis fósseis são queimados em máquinas usadas para limpar e cultivar a terra, e no fabrico e transporte de fertilizantes e pesticidas e no transporte das próprias culturas. A energia também é usada para as autoclaves usadas para fermentar e polimerizar material sintetizado de intermediários produzidos bioquimicamente (ou seja, ácido poliláctico de hidratos de carbono). Quando o material se biodegrada, emite CO2 e metano, e assim o total de combustíveis fósseis usados e os gases de estufa emitidos são mais do que para o plástico convencional ou o oxo-biodegradável. Os hidro-biodegradáveis são por vezes descritos como feitos de culturas “não-alimentares”, mas de facto fazem-se geralmente de culturas alimentares, e leva a um aumento dos preços da alimentação humana e animal.

Deixa resíduos nocivos?

Não. O plástico oxo-biodegradável passa todos os testes normais de ecotoxicidade, incluindo a germinação de sementes, crescimento de plantas e sobrevivência do organismo (dáfnias, minhocas) feitos em conformidade com os padrões nacionais ON S 2200 e ON S 2300.

Deliberadamente e totalmente perdido?

O argumento que os plásticos oxo-biodegradáveis são indesejáveis porque os seus componentes são projectados para serem, deliberada e totalmente, perdidos é um erro, porque se as pessoas quiserem incinerar com calor de recuperação ou reciclá-los mecanicamente, ou fazerem compostagem em “reactores biológicos” ou reutilizá-los então está bem e o seu custo é mínimo, se algo mais que os produtos convencionais. O ponto-chave é o que acontece ao plástico que não é recolhido, e entra no ambiente como lixo?

Em qualquer caso, os plásticos oxo-biodegradáveis não são “deliberada e totalmente perdidos” mesmo se forem degradados no ambiente, porque a biodegradação em terra é uma fonte de nutrientes para plantas, assim como é a palha, relva, folhas, etc..
Eliminação menos cuidada?

Os sacos de plástico degradável têm sido fornecidos pelos supermercados há mais de quatro anos, mas não há evidência que as pessoas os eliminem de forma menos cuidada (sejam oxo ou hidro-biodegradáveis) e não têm sido encorajadas a fazê-lo. Mas suponha-se, só pelo argumento, que foram eliminados mais 10%. Se 1.000 sacos convencionais e 1.100 oxo-biodegradáveis fossem deixados por recolher no ambiente, os 1.000 sacos convencionais continuariam nos rios, ruas e campos durante décadas, mas nenhum dos sacos oxo-biodegradáveis seria deixado no final do seu pequeno período de validade programado no fabrico. Haverá sempre pessoas que, de forma deliberada ou acidental, deitam fora os seus resíduos de plástico. O que vai acontecer a todos os resíduos de plástico que não forem reciclados nem incinerados e em vez disso vão acumular-se como lixo no campo – não seria melhor se todo o plástico deitado fora fosse oxo-biodegradável?

Pode ser comercializado como Biodegradável ou de Compostagem?

O padrão da UE actual para compostagem (EN13432) não é adequado para testar plástico oxo-biodegradável. No entanto a Directiva da UE relativa a embalagens e resíduos de embalagens NÃO exige que, quando um produto de embalagem é comercializado como “degradável” ou “de compostagem” e a conformidade com a Directiva tem que ser avaliada pela referência EN13432. A Directiva dispõe que a conformidade com os seus requisitos essenciais pode ser presumida se for cumprida a EN 13432, mas não exclui prova de conformidade por outra evidência, tal como um relatório de uma entidade respeitada. Na verdade, o Anexo Z da EN13432 diz mesmo que dispõe apenas de um meio de se conformar com os requisitos essenciais.

Quanto tempo demora até se degradar completamente?

Uma vantagem importante do plástico oxo-biodegradável é que pode ser programado para se degradar no período de tempo que for necessário. O prazo de duração médio de um saco de plástico é cerca de 18 meses. Durante esse período os sacos são reutilizados com frequência para as compras ou como sacos de lixo, etc..

Que padrões nacionais ou internacionais existem?

Até há pouco tempo não havia nenhum padrão projectado para testar o plástico oxo-biodegradável. No entanto, em Julho de 2007 a organização de Padrões Franceses, AFNOR, publicou o XP T 54-980, que é um Padrão para plásticos oxo-biodegradáveis na agricultura.

Em 2007, foi publicada uma minuta do padrão 8472 capaz de medir a oxo-biodegradação pelo British Standards Institution. O plástico oxo-biodegradável pode ser testado de acordo com o Padrão Americano ASTM D6954-04 para Plásticos que se degradam no ambiente por uma combinação de oxidação e biodegradação.
O padrão europeu EN 13432 aplica-se apenas a embalagens de plástico, e foi escrito antes dos plásticos oxo-biodegradáveis se terem tornado populares. Não é apropriado para testar plásticos oxo-biodegradáveis porque se baseia em medir a emissão de dióxido de carbono durante a degradação. O plástico hidro-biodegradável está em conformidade com EN 13432, precisamente porque emite CO2 (um gás de estufa) a uma taxa elevada.

Outra característica insatisfatória de EN 13432 é que requer a conversão quase completa do carbono em plástico para CO2, evitando assim o composto resultante do carbono, que é necessário para o crescimento das plantas, desperdiçando-o pela emissão na atmosfera.
A conversão de substâncias orgânicas em CO2 a taxa rápida durante o processo de compostagem não é “recuperação” conforme a Directiva Europeia relativa a embalagens e resíduos de embalagens (94/62/CE conforme emenda), e não deve fazer parte de um padrão para compostagem. Os resíduos lignocelulósicos naturais não se comportam assim, porque se assim fosse os produtos teriam pouco valor para melhorar os solos e como fertilizantes, tendo perdido a maior parte do seu carbono.
Se uma folha fosse sujeita a testes de emissão de CO2 incluídos em EN13432 não seria considerada nem biodegradável nem de compostagem!
As embalagens feitas de plástico oxo-biodegradável estão em conformidade com o Parágrafo 3(a), (b) e (d) do Anexo II da Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho 94/62/EC (como emendado) relativa a embalagens e resíduos de embalagens. Este Anexo específica os requisitos essenciais para a composição, e a natureza da embalagem seja reutilizável e recuperável incluindo reciclável.
O plástico oxo-biodegradável satisfaz o parágrafo 3(a) porque pode ser reciclado. Satisfaz o parágrafo 3(b) porque pode ser incinerado. Satisfaz o parágrafo 3(d) porque pode ser submetido a decomposição física, química, térmica ou biológica de tal forma que a maioria do produto acabado de compostagem se decompõe por último em dióxido de carbono, biomassa e água.
Com que nível de certeza se pode controlar o período de degradação?

Como já foi indicado, a velocidade da degradação pode ser controlada, em grande parte, pelo aditivo da embalagem usada para qualquer aplicação particular. A velocidade real da degradação, no entanto, é afectada pelos níveis de variáveis não controladas – particularmente o calor, luz e tensão – aos quais o plástico está exposto. Níveis mais elevados do que os planeados dos mesmo vão acelerar o processo e níveis inferiores vão retardá-lo (mas não pará-lo). Por esta razão, os fabricantes normalmente fabricam com uma margem de segurança significativa sobre o tempo de degradação planeado para garantir que as propriedades do plástico se mantêm intactas durante a vida útil do produto em questão.

Os aditivos ou os produtos acabados precisam ser armazenados ou manipulados de alguma forma especial?
Como se indica na resposta acima, um certo grau de cuidado é sensato para garantir que os produtos não estão expostos a calor, luz ou tensão excessiva. Por exemplo, os plásticos degradáveis devem ser guardados em local fresco/com sombra em vez de ao ar livre, ou em local quente e ensolarado. Além deste tipo de ‘bom senso’, não se aplicam requisitos especiais. A biodegradação é o resultado final da degradação?

Para produtos, a resposta é sim. A degradação oxidativa de polietileno e polipropileno causam uma quebra da cadeia molecular principal destes plásticos. As cadeias moleculares tornam-se menores e “humedecíveis” à água, permitindo a formação de um bio-filme na superfície dos plásticos que permite que a deterioração microbiana aconteça.

O material de plástico num produto de embalagem flexível (por exemplo, num saco de compras) após a degradação é reduzido a zero?

A embalagem de plástico flexível, pela sua própria natureza, tem propriedades que são essenciais para darem um acondicionamento efectivo aos produtos. Estas propriedades incluem resistência à água, flexibilidade e força. As cadeias moleculares longas e entrançadas dentro de um polímero determinam estas propriedades. Com a acção oxidativa da “coluna” molecular entra em colapso. O resultado inicial é a rigidez fragilizante que leva à desintegração – o material deixa de poder ser considerado como plástico. Uma perda de força e por fim, após ter sido acabada a deterioração microbiana, o processo geral de degradação terá resultado na criação de alguma H2O, algum CO2, e uma quantidade pequena de biomassa.

Como é que os micróbios consomem um material de plástico?

Normalmente, os micróbios não podem ter acesso ao carbono ou ao hidrogénio num material de plástico porque as cadeias são demasiado longas – indicado pela grande massa molecular dos plásticos, por exemplo, 300.000u . Mas reconhece-se agora amplamente que quando um material de plástico desce a menos de 40.000 de peso molecular – devido a degradação oxidativa – o material torna-se permeável à água e pode suportar um bio-filme na sua superfície. Este bio-filme suporta vários microrganismos que se alimentam dos elementos de carbono e hidrogénio do plástico oxidante.

Biodegradável

Produto RESIPLAST BIODD e RESIPLAST BIODD CONC, substitui o biodegradavel, com melhor performace, onde aditivado 3 % BIODD ou 1 % de BIODD CONC com inicio de degradacao 19 meses , o laudo de Intemperismo acelerado nos asegura o resultado.

O produto Resiplast BIODD e BIODD CONC é RECICLÁVEL , as aparas gerada poderão ser reaproveitadas no processo.

O produto RESIPLAST BIODD e BIODD CONC são fabricado no Brasil com tecnologia inovadora, isento de metais pesados e todos seus componentes são biodegradáveis.
Produto indicado para fabricação de sacolinhas e sacolas promocionais.
Produto Compatível com PEAD, PEMD e PEBD.
Este processo e diferente do processo de oxidação ( BIODEGRADÁVEL ), pois não contém metais pesados e o produto poderá ser reciclado.

Bioplástico

BIOPLÁSTICO (PLA) 50% – Este produto irá reduzir a degradação do filme PE convencional (SACOLINHAS) de 100 anos para meses teoria de 1 ano.

Este processo e diferente do processo de oxidação ( BIODEGRADÁVEL ), pois não contém metais e o produto poderá ser reciclado.

Outro diferencial do produto e que você retira 50 % de plástico sintético e adiciona 50 % de bioplástico.
Este bioplástico puro em forma de filme ( sacolinhas ) se degrada totalmente em 1 ano porém o custo é elevado.
O produtos e uma alternativa ao OXIBIO e outros produto que dizem ser BIODEGRADÁVEIS e não são assim com outros produtos alternativos.
A norma de biodegradabilidade diz que o produto tem que se decompor em 90 % da sua massa , esta norma quantifica a emissão de CO2 liberada na decomposição.
Este produto com certeza ira decompor 50% ( BIOPLÁSTICO) fragmentando os outros 50% de PE sintético.
Este PE fragmentado será BIODIGERIDO pelas bactéria devido ao seu tamanho de partícula que teoricamente será biodigerido em menos de 10 anos.
Este produto não e a melhor solução , porém é uma das soluções existente no mercado.
Existem comissões discutindo as melhores soluções para a sacolinhas, porém é sabido que a melhor delas é educação, que não será na nossa geração que veremos este efeito.
Tendo em vista o imediatismo do mercado estamos trabalhando para soluções boas com relação de custo beneficio.

Vídeo sobre o Plástico Biodegradável


Disponível em: <http://www.emplasmyl.com.br/sacolas-ecologicamente-corretas/>
Acesso em 28 de outubro de 2016.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Walmart e a Sustentabilidade



Walmart se une a marcas, como Kimberly Clark e apresenta versões sustentáveis de produtos

O Walmart apresenta produtos sustentáveis em parceria com 18 companhias de bens de consumo na terceira edição do programa Sustentabilidade de Ponta a Ponta. A ideia é unir os principais parceiros comerciais da rede varejista pra desenvolver versões mais sustentáveis de seus principais itens. As indústrias participantes desde ano são 3M, Brasil Kirin, Cargill, Colgate Palmolive, Embalixo, Itambé, Grendene, JBS, Johnson & Johnson, Kimberly Clark, Nestlé, Nívea, Pilecco, Procter & Gamble, SC Johnson, Reckitt Benckiser e Unilever. Todas apresentaram alguma mudança ou inovação para reduzir o impacto ambiental dos bens produzidos.


A auditoria dos projetos é feita pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea). Os itens que integram o programa nesta edição são: molho de tomate Pomarola, da Cargill; maionese Hellmann’s, da Unilever; detergente Ariel Power Pods, da Procter & Gamble; protetor solar Nívea Sun; pano para pia fibra de bambu Scotch-Brite, da 3M; creme dental Colgate Palmolive; Glade aerossol, da SC Johnson; escova de dente Equate, do Walmart; linha Bem Estar Ipanema, da Grendene; saco de lixo reciclado da Embalixo; arroz Pilecco Nobre; Vanish Poder O2, da Reckitt Benckiser; refrigerante Fibz Cola e Guaraná, da Brasil Kirin; leite condensado Itambé; shampoo Johnson’s Baby, da Johnson & Johnson; lenço de papel Kleenex, da Kimberly Clarck; cappuccinos Nescafé, da Nestlé; e Hambúrguer Friboi, da JBS.


Apenas em resíduos, os 18 produtos representam uma redução de mais de 125 toneladas por ano, considerando a estimativa de venda em um ano no Walmart. Pelo mesmo critério, a redução do uso de água chega a 741 mil m3 e, de energia, mais de 614 mil Kwh. Além disso, em relação às emissões de gases de efeito estufa, houve redução equivalente a uma economia de 6,4 milhões de Km rodados. Todos os itens já estão a venda na rede e são acompanhados de material gráfico e sinalização em gôndola, explicando o que os torna sustentáveis. Embore o programa seja conduzido pelo Walmart, os lançamentos estão a venda em todo o varejo.
Disponível em: <http://tissueonline.com.br/walmart-se-une-marcas-como-kimberly-clark-e-apresenta-versoes-sustentaveis-de-produtos/>
Acesso em 26 de outubro de 2016

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

 
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